A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) manifestam profundo pesar pela morte do repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos; e da repórter Alice Ribeiro, de 35 anos (foto), profissionais da Band Minas, vítimas de um grave acidente na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto retornavam de uma Pauta Jornalística, na 4ª Feira (15/4/2026).
Neste momento de dor, as entidades se solidarizam com familiares, amigos e colegas de trabalho, reafirmando seu compromisso com a defesa da vida e da dignidade dos profissionais de imprensa.
A tragédia acende um alerta urgente sobre as condições de trabalho no Setor. O veículo era conduzido pelo próprio repórter cinematográfico, evidenciando uma prática cada vez mais recorrente de acúmulo e desvio de função.
A tragédia acende um alerta urgente sobre as condições de trabalho no Setor. O veículo era conduzido pelo próprio repórter cinematográfico, evidenciando uma prática cada vez mais recorrente de acúmulo e desvio de função.
Profissionais responsáveis pela Captação de Imagens Jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os riscos, especialmente em rodovias perigosas e em jornadas exaustivas.
Ainda, que as circunstâncias do acidente estejam sendo apuradas, é inegável, que a Precarização das Relações de Trabalho no Jornalismo tem colocado trabalhadores em situação de vulnerabilidade. A redução de equipes e a imposição da Multifunção não são apenas medidas administrativas: são decisões, que impactam diretamente a segurança e a vida dos profissionais.
Diante disso, a FENAJ e o SJPMG cobram a atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de trabalho nas Empresas de Comunicação, especialmente no que diz respeito ao acúmulo e desvio de função. As entidades exigem rigor na apuração das responsabilidades e a adoção de medidas efetivas por parte das empresas para garantir equipes completas e condições seguras para o exercício da Atividade Jornalística.
Não é aceitável, que profissionais da Imprensa percam a vida em decorrência de condições precárias de trabalho. A defesa do Jornalismo passa, necessariamente, pela valorização e proteção de quem o exerce.
https://www.instagram.com/p/DXPFyqZjlw_/?igsh=eHhodmN1anphbnE1
Ainda, que as circunstâncias do acidente estejam sendo apuradas, é inegável, que a Precarização das Relações de Trabalho no Jornalismo tem colocado trabalhadores em situação de vulnerabilidade. A redução de equipes e a imposição da Multifunção não são apenas medidas administrativas: são decisões, que impactam diretamente a segurança e a vida dos profissionais.
Diante disso, a FENAJ e o SJPMG cobram a atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de trabalho nas Empresas de Comunicação, especialmente no que diz respeito ao acúmulo e desvio de função. As entidades exigem rigor na apuração das responsabilidades e a adoção de medidas efetivas por parte das empresas para garantir equipes completas e condições seguras para o exercício da Atividade Jornalística.
Não é aceitável, que profissionais da Imprensa percam a vida em decorrência de condições precárias de trabalho. A defesa do Jornalismo passa, necessariamente, pela valorização e proteção de quem o exerce.
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