O queniano Kibiwott Kandie é o campeão da 95ª Corrida São Silvestre-2019, em São Paulo. Ele ultrapassou, nos últimos segundos, o ugandense Jacob Kiplimo, que vinha dominando a prova, na manhã desta terça-feira (31).
Os dois cruzaram a faixa com os corpos quase colados um ao outro, definindo os dois primeiros lugares da corrida aos 42 minutos e 59 segundos.
O terceiro lugar ficou para Titus Ekiru, também queniano, que neste ano venceu a Maratona de Milão e a Meia de Lisboa. Ele chegou 55 segundos após o primeiro colocado.
Feminino - A queniana Brigid Kosgei confirmou o favoritismo e é a primeira do Pelotão de Elite Feminino a cruzar a linha de chegada da corrida de São Silvestre, na Avenida Paulista.
Os dois cruzaram a faixa com os corpos quase colados um ao outro, definindo os dois primeiros lugares da corrida aos 42 minutos e 59 segundos.
O terceiro lugar ficou para Titus Ekiru, também queniano, que neste ano venceu a Maratona de Milão e a Meia de Lisboa. Ele chegou 55 segundos após o primeiro colocado.
Feminino - A queniana Brigid Kosgei confirmou o favoritismo e é a primeira do Pelotão de Elite Feminino a cruzar a linha de chegada da corrida de São Silvestre, na Avenida Paulista.
Recordista da Maratona de Chicago, a atleta fez na manhã desta terça (31) a sua estreia na 95ª Corrida São Silvestre, que ocorre anualmente nas ruas de São Paulo, completando o trajeto de 15 quilômetros em 48 minutos e 54 segundos.
O segundo lugar da prova foi ocupado pela queniana Sheila Shelangat.
A terceira posição no Pódio Feminino ficou com Tisadk Nigus, da Etiópia.
Brigid Jepchirchir Kosgei e Kibiwott Kandie do Quênia comemoram no pódio depois de vencer a São Silvestre 2019
O segundo lugar da prova foi ocupado pela queniana Sheila Shelangat.
A terceira posição no Pódio Feminino ficou com Tisadk Nigus, da Etiópia.
Multidão de amadores - Além dos competidores profissionais, uma multidão de anônimos percorreu o trajeto sob o sol forte e céu limpo desta manhã de terça (31).
O número de inscritos chegou a 35 mil, incluindo pessoas de diversas partes do País, como anunciavam as faixas levadas por muitos corredores com nomes de cidades como Rio das Ostras (RJ), Itajai (SC), Assis Chateubriand (PR) e Fortaleza (CE).
Carregando balões com os numerais do ano de 2020, o Grupo Amigos de Jesus Rodrigues, veio de Rubiataba, em Goiás.
Segundo o professor Jesus Rodrigues, de 39 anos, a intenção é “iniciar o ano com o pé direito, correndo”. Pela primeira vez na São Silvestre, ele disse que já participou de outras provas regionais. “Eu sempre corro na minha cidade e participo das competições no meu Estado”.
No mesmo grupo de oito pessoas do professor, estava a bancária Beatriz Arriel, que comemora a recuperação de um problema no joelho. “Eu tive uma pequena lesão e o próprio médico que me tratou disse que queria me ver na São Silvestre. Hoje eu estou aqui, livre da lesão”.
Com 75 anos e um banjo debaixo do braço, Dempsez Lima Filho participou pela 22ª vez da prova. “É a felicidade de vir aqui e encontrar os meus netos que cuidam de mim na corrida”, definiu sobre o sentimento de participar da prova.
O número de inscritos chegou a 35 mil, incluindo pessoas de diversas partes do País, como anunciavam as faixas levadas por muitos corredores com nomes de cidades como Rio das Ostras (RJ), Itajai (SC), Assis Chateubriand (PR) e Fortaleza (CE).
Carregando balões com os numerais do ano de 2020, o Grupo Amigos de Jesus Rodrigues, veio de Rubiataba, em Goiás.
Segundo o professor Jesus Rodrigues, de 39 anos, a intenção é “iniciar o ano com o pé direito, correndo”. Pela primeira vez na São Silvestre, ele disse que já participou de outras provas regionais. “Eu sempre corro na minha cidade e participo das competições no meu Estado”.
No mesmo grupo de oito pessoas do professor, estava a bancária Beatriz Arriel, que comemora a recuperação de um problema no joelho. “Eu tive uma pequena lesão e o próprio médico que me tratou disse que queria me ver na São Silvestre. Hoje eu estou aqui, livre da lesão”.
Com 75 anos e um banjo debaixo do braço, Dempsez Lima Filho participou pela 22ª vez da prova. “É a felicidade de vir aqui e encontrar os meus netos que cuidam de mim na corrida”, definiu sobre o sentimento de participar da prova.
Com informações da Agência Brasil e fotos de Amanda Perobelli.

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