Jornalista Eliézer Rodrigues - Com todo respeito aos cristãos, independente da religião, uma cena que considero esquisita nos estádios é ver a moda lançada por jogadores nas comemorações do gol. O grupo, ajoelhado, braços levantados para o infinito, certamente, agradecendo aos poderes divinos. Aconteceu, ontem (25), na vitória do Ferroviário contra o Maracanã.Exibionismo puro. Desde que me entendo sobre Futebol, o principal momento, no caso o gol, a explosão de alegria dos jogadores sempre foi compartilhado junto à torcida. A manifestação de felicidade, de regozijo arrebenta, também, misturada com a emoção da galera! Só conheci um jogador que não comemorava na hora do gol: Quarentinha, já falecido, foi maior artilheiro da História do Botafogo com 302 gols em 442 partidas. Ele dizia que o trabalho dele era fazer gols. E só".

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