O Equador desembarcou na manhã de ontem na cidade-sede da partida de amanhã, às 21h45, contra o Brasil, no Estádio Mario Kempes, com retrospecto animador para a turma de Mano Menezes. Presente nas Copas do Mundo de 2002 e 2006, o país, que chegou a ser campeão da Copa Libertadores de 2008, no Maracanã, diante do Fluminense, só conquistou um ponto desde a Copa América dlo Peru’2004. Nas últimas duas edições, perdeu todas as partidas. Em 2011, evoluiu. Empatou com o Paraguai na estreia e perdeu da Venezuela. O último triunfo já fez aniversário de 10 anos: 4 a 0 sobre a Venezuela em 17/6/2001. A tricolor, como é apelidada a Seleção, não vai às quartas de final desde 1997, quando perdeu nos pênaltis para o México.
O clima no Equador é tão tenso quanto o da Seleção Brasileira. A Federação gastou caro para contratar o técnico colombiano Reinaldo Rueda, responsável pela ida de Honduras à Copa do Mundo depois de 24 anos. Concentrado no hotel Amerian, o grupo está blindado. Presidente da entidade máxima do futebol equatoriano, Luis Chiriboga chegou a desabafar com jornalistas presentes na recepção ao time: “Vimos uma seleção sem alma, sem vida e sem criatividade, mas todos temos culpa”. Chateado, chegou a demonstrar insatisfação com pelo menos três jogadores: Néicer Reasco, Edison Méndez e Segundo Castillo. “São jogadores que já cumpriram um ciclo.”Rueda assumiu o cargo em agosto depois de ser eliminado com os hondurenhos na primeira fase da Copa da África do Sul. Desde então, disputou 15 partidas, venceu duas, empatou oito e perdeu cinco. A aposta no colombiano foi uma espécie de superstição. Em 2002, Hernán Dario Gómes (hoje de volta à Seleção de seu país), levou os equatorianos ao Mundial do Japão e da Coreia do Sul’2002. Em 2006, Luis Fernando Suárez repetiu a dose.A crise atingiu ontem ao ápice. O principal jogador do time está praticamente vetado para amanhã. Vice-campeão da Liga dos Campeões pelo Manchester United, o volante Valencia chegou ao hotel com uma contusão no tornozelo esquerdo. O fisioterapeuta Tony Ocampo praticamente vetou sua escalação: “Ele ainda sente muita dor”. Valencia se machucou na estreia, contra o Paraguai. Arroyo foi o titular diante da Venezuela.RETROSPECTO FRACO Ontem, Rueda deu uma de Mano Menezes e fechou o treino à imprensa no Estádio Presidente Perón, de propriedade do Instituto Atlético Central Córdoba. Na teoria, não chega a assustar. Em 27 partidas diante do Brasil, o Equador só venceu duas, ambas em casa, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Em 2005, fez 1 a 0 no time de Parreira. Em 2001, triunfara pelo mesmo placar diante da equipe de Emerson Leão. Nos demais jogos, perdeu 22 e empatou três.
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