Hoje , faz um ano que a polêmica declaração do então ministro da Educação, Cid Gomes (PDT), de que na Câmara dos Deputados havia de “uns quatrocentos, trezentos achacadores” veio à tona. O fato resultou na convocação dele para se explicar em plenário, onde, além de reafirmar o que havia dito, com dedo em riste, chamou o próprio presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de achacador. No final, Cid foi até a presidente Dilma e entregou o pedido de exoneração do cargo no qual estava há apenas três meses. Na noite passada, a data foi lembrada em tom de orgulho pelo irmão dele: Ciro Gomes, ao ser questionado por jornalistas sobre o que havia achado do Supremo Tribunal Federal ter acatado denúncia contra Cunha, colocando-o na posição de réu nas acusações da “Operação Lava Jato”. Era a festa de filiação de políticos cearenses que antes eram do PROS e, com abertura da janela partidária, foram para o PDT. Antes da cerimônia, Cid conversou com a imprensa nacional. Afirmou esperar que...