O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) e demais instituições parceiras iniciarão, na quarta-feira (29/11), às 10h, a campanha contra o abuso sexual de mulheres. No mesmo momento, equipes estarão nos sete terminais de ônibus da Capital (Papicu, Parangaba, Messejana, Conjunto Ceará, Lagoa, Antônio Bezerra e Siqueira), fazendo distribuição de panfletos e orientando a população. Cartazes serão afixados no interior dos veículos como forma de divulgar que o assédio é crime, deve ser denunciado e o abusador precisa ser punido.
Além do material impresso, a mobilização terá ampla disseminação nos ambientes internos, eventos, sites, programas de TV e rádio, jornais e redes sociais dos órgãos envolvidos, bem como em outdoors. O objetivo é que a campanha seja permanente.
O Judiciário cearense que idealizou a mobilização com base em projeto que teve à frente o TJSP, reunindo entidades públicas e privadas, para alertar sobre o abuso nos transportes públicos da Capital paulista.
No Ceará, faz parte da “Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”, promovida anualmente de 20 de novembro a 10 de dezembro, em todo o mundo. A preocupação com o tema reside no fato de que, segundo pesquisa do Datafolha, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo em novembro de 2015, ônibus, trens e metrôs são os ambientes onde mais ocorrem assédio contra o sexo feminino.
Além do material impresso, a mobilização terá ampla disseminação nos ambientes internos, eventos, sites, programas de TV e rádio, jornais e redes sociais dos órgãos envolvidos, bem como em outdoors. O objetivo é que a campanha seja permanente.
O Judiciário cearense que idealizou a mobilização com base em projeto que teve à frente o TJSP, reunindo entidades públicas e privadas, para alertar sobre o abuso nos transportes públicos da Capital paulista.
No Ceará, faz parte da “Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”, promovida anualmente de 20 de novembro a 10 de dezembro, em todo o mundo. A preocupação com o tema reside no fato de que, segundo pesquisa do Datafolha, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo em novembro de 2015, ônibus, trens e metrôs são os ambientes onde mais ocorrem assédio contra o sexo feminino.
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