Em janeiro, a intenção de compra do consumidor de Fortaleza aumentou 9.7%, é o que aponta o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC), pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE). Segundo o levantamento, o ICC passou de 95.3 pontos, em dezembro, para 104.5 pontos neste mês.
Dessa forma, houve uma melhora nas chances de retomada do consumo de bens duráveis e semiduráveis, sendo 43.7% dos entrevistados dispostos a comprar bens duráveis, ante 38,9% de intenção demonstrada em dezembro. O estudo também indica a reentrada do índice no campo que mostra otimismo (acima dos 100 pontos), algo que não ocorria desde fevereiro do ano passado.
Além disso, o resultado do ICC foi influenciado pelo crescimento dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente teve melhora de +8,1%, passando de 91,9 pontos para 99,3 pontos no período analisado; e o Índice de Situação Futura teve ampliação de +10,7% atingindo o patamar de 108,0 pontos.
Expectativa dos consumidores
Dentre aqueles que ainda demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (47,8% dos entrevistados afirmam que janeiro bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (52,5%) e com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (50,8%).
A pesquisa também revela que 61,6% dos consumidores de Fortaleza consideram sua situação financeira atual melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,7% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.
No entanto, o consumidor de Fortaleza também tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 56,4% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das incertezas do quadro de recuperação e das dúvidas do ambiente político.
Pretensão de compra
A taxa de pretensão de compras teve queda de -8,3 pontos percentuais, passando de 47,1%, em dezembro, para 38,8% neste mês. O comportamento é considerado normal, dada a sazonalidade do início do ano. Contudo, essa taxa é inferior à observada no mesmo mês do ano passado (42,5%), período que concentrou muitas liquidações.
O valor médio das compras é estimado em R$ 294,52 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (42,8%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 e 24 anos (52,7%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (52,0%).
Dessa forma, houve uma melhora nas chances de retomada do consumo de bens duráveis e semiduráveis, sendo 43.7% dos entrevistados dispostos a comprar bens duráveis, ante 38,9% de intenção demonstrada em dezembro. O estudo também indica a reentrada do índice no campo que mostra otimismo (acima dos 100 pontos), algo que não ocorria desde fevereiro do ano passado.
Além disso, o resultado do ICC foi influenciado pelo crescimento dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente teve melhora de +8,1%, passando de 91,9 pontos para 99,3 pontos no período analisado; e o Índice de Situação Futura teve ampliação de +10,7% atingindo o patamar de 108,0 pontos.
Expectativa dos consumidores
Dentre aqueles que ainda demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (47,8% dos entrevistados afirmam que janeiro bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (52,5%) e com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (50,8%).
A pesquisa também revela que 61,6% dos consumidores de Fortaleza consideram sua situação financeira atual melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,7% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.
No entanto, o consumidor de Fortaleza também tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 56,4% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das incertezas do quadro de recuperação e das dúvidas do ambiente político.
Pretensão de compra
A taxa de pretensão de compras teve queda de -8,3 pontos percentuais, passando de 47,1%, em dezembro, para 38,8% neste mês. O comportamento é considerado normal, dada a sazonalidade do início do ano. Contudo, essa taxa é inferior à observada no mesmo mês do ano passado (42,5%), período que concentrou muitas liquidações.
O valor médio das compras é estimado em R$ 294,52 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (42,8%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 e 24 anos (52,7%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (52,0%).
Os produtos mais procurados são:
i. Artigos de vestuário, citados por 23,4% dos entrevistados;
ii. Calçados (19,5%);
iii. Televisores (15,8%);
iv. Aparelhos de telefonia celular (15,6%);
v. Geladeiras e refrigeradores (12,9%);
vi. Móveis e artigos de decoração (11,4%); e
vii. Fogões (10,8%).
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