Em entrevista, na manhã de hoje, na Rádio Verdes Mares AM (Verdinha 810), de Fortaleza, o secretário de Segurança Pública do Ceará, delegado federal André Costa (foto José Leomar), informou que a Polícia Cearense tem presença constante nas áreas mais vulneráveis, como a comunidade Barreirão, onde aconteceu no último sábado (27), uma chacina que matou 14 pessoas e feriu 18.
A chacina no Forró do Gago, na Rua Madre Tereza de Calcutá, 172, no bairro Cajazeiras, na Grande Messejana, periferia de Fortaleza, motivou criticas por parte dos órgãos de defesa de Direitos Humanos que o Estado do Ceará não estaria garantindo a segurança dos cearenses.
"Não adianta levar só a Polícia para estas áreas. É um trabalho de várias ações como a construção de areninhas (campos de futebol), Assistência Social e Educação", disse o secretário na entrevista ao radialista Paulo Oliveira.
Segundo André Costa o combate às drogas e às facções é constante:
"Temos aqui facções criminosas rivais, que traficam drogas que vêm do Paraguai, passando por nossa fronteiras. Com isso fizemos um estudo para identificar estes traficantes e usuários. São jovens desempregados e pobres, que acabam virando traficantes ou usuários de drogas. Então esta pesquisa pretende trabalharmos a prevenção para evitar, que novos jovens entrem para o mundo do crime. Assim nós estamos evitando a porta de entrada do acesso às drogas, oferecendo lazer, assistência social e estudo".
O secretário reforçou que a Chacina de Cajazeiras "foi um caso pontual e que estamos com o domínio das ações para prender os autores". A Delegacia de Homicídios prendeu um suspeito com um fuzil e identificou outros cinco acusados ligados a facções criminosas.

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