O empresário e presidente nacional da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcelos, se posicionou por meio de vídeo nas redes sociais, sobre a continuação da greve dos caminhoneiros mantida pela categoria mesmo após acordo com o Governo Federal.
Segundo ele, mesmo fazendo parte de uma categoria que lida com alimentos altamente perecíveis, os produtores sempre estiveram ao lado do movimento de paralisação dos caminhoneiros por entenderem que era realmente necessária uma política de reajuste de preços dos combustíveis e, em especial, do óleo diesel por ter um impacto direto na formação dos custos da produção e na distribuição e logística das frutas nacionais.
No entanto, a partir do último dia 27 (domingo), quando o governo atendeu a todas as reivindicações dos caminhoneiros e o movimento não foi paralisado, os produtores deixaram de apoiar a greve por acreditarem que a mesma deixou de ser um movimento legítimo, passando a representar uma ação política e coercitiva.
“A manutenção da greve continua impedindo os movimentos nas estradas, o escoamento das produções, especialmente da fruticultura, trazendo ao setor prejuízos irreversíveis com milhares de toneladas de frutas jogadas fora e sendo consumidores privados do acesso aos nossos produtos. Fatos de grave reparação e cujas perdas são incalculáveis”, explica Barcelos.
Diante disto, Barcelos afirma que os produtores do setor de fruticultura solicitaram ao governo federal que utilize da Constituição e das leis que o amparam para que restabeleça imediatamente a ordem pública liberando todas as estradas e o acesso a todos os portos para que o setor possa voltar a escoar a sua produção.
Segundo ele, mesmo fazendo parte de uma categoria que lida com alimentos altamente perecíveis, os produtores sempre estiveram ao lado do movimento de paralisação dos caminhoneiros por entenderem que era realmente necessária uma política de reajuste de preços dos combustíveis e, em especial, do óleo diesel por ter um impacto direto na formação dos custos da produção e na distribuição e logística das frutas nacionais.
No entanto, a partir do último dia 27 (domingo), quando o governo atendeu a todas as reivindicações dos caminhoneiros e o movimento não foi paralisado, os produtores deixaram de apoiar a greve por acreditarem que a mesma deixou de ser um movimento legítimo, passando a representar uma ação política e coercitiva.
“A manutenção da greve continua impedindo os movimentos nas estradas, o escoamento das produções, especialmente da fruticultura, trazendo ao setor prejuízos irreversíveis com milhares de toneladas de frutas jogadas fora e sendo consumidores privados do acesso aos nossos produtos. Fatos de grave reparação e cujas perdas são incalculáveis”, explica Barcelos.
Diante disto, Barcelos afirma que os produtores do setor de fruticultura solicitaram ao governo federal que utilize da Constituição e das leis que o amparam para que restabeleça imediatamente a ordem pública liberando todas as estradas e o acesso a todos os portos para que o setor possa voltar a escoar a sua produção.
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