A linha Leste do Metrofor sofre nova ameaça.
A empresa paulista Camargo Corrêa tenta barrar a nova licitação orçada em mais de R$ 1,7 bilhão.
A entrega das propostas pelas empresas interessadas no contrato está prevista para amanhã.
A Camargo aponta irregularidades no processo e pleiteia na Justiça a suspensão do certame.
O Governo do Ceará retende manter o cronograma atual.
Na disputa está a autoria e o conteúdo do projeto básico que formula as propostas para as obras do Metrofor Leste.
Na disputa está a autoria e o conteúdo do projeto básico que formula as propostas para as obras do Metrofor Leste.
A empresa paulista destaca que se trata de projeto básico feito pela MWH Brasil Engenharia, empresa apontada por ela como parte de conluio para fraudar essa mesma licitação há cerca de cinco anos.
Ao firmar acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Camargo contou que pagou à MWH para que pudesse influenciar na elaboração do projeto básico do novo trecho do Metrofor.
Ao firmar acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Camargo contou que pagou à MWH para que pudesse influenciar na elaboração do projeto básico do novo trecho do Metrofor.
A MWH ganhou a licitação para fazer tal projeto, mas a Camargo acabou não levando o contrato, ficando em terceiro lugar. O consórcio vencedor, formado por Cetenco e Acciona, acabou não tocando as obras até o final por problemas jurídicos.
Os detalhes da tentativa de fraude foram apontados pela Camargo Corrêa em acordo assinado em dezembro do ano passado.
Agora em 2018, o governador Camilo Santana (PT) decidiu relicitar a obra.
A Secretaria da Infraestrutura do Ceará informa que os documentos do edital de licitação foram feitos por uma empresa “devidamente contratada pelo Metrô de Fortaleza (vinculada da Secretaria) e são de propriedade do Governo do Estado do Ceará, não existindo nenhum impedimento para sua utilização. Todos os questionamentos formalizados pelos interessados foram respondidos dentro do prazo legal"
A Secretaria da Infraestrutura do Ceará informa que os documentos do edital de licitação foram feitos por uma empresa “devidamente contratada pelo Metrô de Fortaleza (vinculada da Secretaria) e são de propriedade do Governo do Estado do Ceará, não existindo nenhum impedimento para sua utilização. Todos os questionamentos formalizados pelos interessados foram respondidos dentro do prazo legal"
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