A cada dois minutos uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, de acordo com o site “Relógios da Violência” do Instituto Maria da Penha. Além desse levantamento, inúmeras pesquisas confirmam a prevalência da violência contra a mulher no País.
Para debater esse contexto, a Faculdade Câmara dos Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL) recebe um dos maiores ícones da luta pela igualdade de gênero no Brasil: a militante dos direitos humanos Maria da Penha.
O encontro com os estudantes está marcado para esta segunda-feira (17), às sete da noite, no auditório da Faculdade CDL.
O encontro com os estudantes está marcado para esta segunda-feira (17), às sete da noite, no auditório da Faculdade CDL.
Na oportunidade, Maria da Penha vai ministrar a palestra Desigualdade de Gênero e Violência contra a Mulher: Desafios da Sociedade Brasileira.
Quem vai mediar o evento é a professora da Faculdade CDL, socióloga e cientista política Carla Michelle Andrade Quaresma.
Quem vai mediar o evento é a professora da Faculdade CDL, socióloga e cientista política Carla Michelle Andrade Quaresma.
“Nosso objetivo é fazer uma discussão acerca da cultura de violência contra as mulheres e dos caminhos para a desconstrução do machismo, que é um dos mais perversos estruturantes sociais”, diz Carla Michelle.
Luta e Justiça - Maria da Penha Maia Fernandes foi vítima de violência doméstica por 23 anos. Em 1989, o marido dela, o economista colombiano Marco Antonio, tentou assassiná-la duas vezes: na primeira, com uma arma de fogo, o que a deixou paraplégica, e na segunda por eletrocussão e afogamento. Após as duas tentativas de homicídio, ela conseguiu reunir forças e denunciou o parceiro.
Mesmo diante da comprovação de que o marido era o autor das tentativas de assassinato, Marco Antonio foi julgado e condenado duas vezes, mas saiu em liberdade após entrar com recursos.
Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil por negligência e omissão pela demora na punição do agressor. E, finalmente, em 2006, o então presidente Lula sancionou a lei 11.340, a Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência familiar contra a mulher.
Serviço
Mesmo diante da comprovação de que o marido era o autor das tentativas de assassinato, Marco Antonio foi julgado e condenado duas vezes, mas saiu em liberdade após entrar com recursos.
Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil por negligência e omissão pela demora na punição do agressor. E, finalmente, em 2006, o então presidente Lula sancionou a lei 11.340, a Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência familiar contra a mulher.
Serviço
Palestra – Desigualdade de Gênero e Violência contra a Mulher: Desafios da Sociedade Brasileira
Quando: Segunda-feira (17), às sete da noite.
Quando: Segunda-feira (17), às sete da noite.
Local: Auditório da Faculdade CDL (Rua 25 de Março, 882 – Centro).

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