Em 2017, o Brasil tinha 296 Instituições de Educação Superior Públicas e 2.152 Privadas, o que representa 87,9% da rede.
Das Públicas, 41,9% são Estaduais, sendo 36,8% Federais e 21,3% Municipais.
Dentre as Instituições Federais, quase três quintos são Universidades, quanto 36,7% concentram Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets).
Os dados são do Censo da Educação Superior 2017, que teve seus resultados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.
Das 2.448 instituições de educação superior brasileiras, 82,5% são Faculdades.
Das 2.448 instituições de educação superior brasileiras, 82,5% são Faculdades.
As 199 Universidades existentes no Brasil equivalem a 8,1% do total de Instituições de Educação Superior.
As Universidades concentram 53,6% das matrículas da educação superior. Apesar do alto número de faculdades, nelas estão matriculados apenas 1/4 dos estudantes.
Em 2017, 35.380 cursos de graduação e 63 cursos sequenciais foram ofertados em 2.448 instituições no Brasil.
Em 2017, 35.380 cursos de graduação e 63 cursos sequenciais foram ofertados em 2.448 instituições no Brasil.
Dois terços dessas instituições oferecem 100 ou mais cursos de Graduação, enquanto 26,7% ofertam até dois. Em média, as Instituições de Educação Superior oferecem 14 cursos de Graduação, sendo 92% na modalidade presencial nas Universidades.
O grau acadêmico predominante é o bacharelado (58,7%).
Perfis – O típico docente da Educação Superior possui Doutorado na Rede Pública, enquanto na Rede Privada o Mestrado é o grau de formação mais frequente.
Perfis – O típico docente da Educação Superior possui Doutorado na Rede Pública, enquanto na Rede Privada o Mestrado é o grau de formação mais frequente.
Em ambas as redes de ensino, a maioria é do sexo masculino, sendo 36 anos a idade predominante quantitativo.
Em relação ao regime de trabalho, docentes da Rede Pública se encontram majoritariamente em tempo integral. Na Rede Privada, por sua vez, a maior parte atua em tempo parcial.
Já o típico aluno de cursos de Ensino a Distância (EaD) estuda no grau acadêmico de Licenciatura; na Modalidade Presencial, de Bacharelado.
Em relação ao regime de trabalho, docentes da Rede Pública se encontram majoritariamente em tempo integral. Na Rede Privada, por sua vez, a maior parte atua em tempo parcial.
Já o típico aluno de cursos de Ensino a Distância (EaD) estuda no grau acadêmico de Licenciatura; na Modalidade Presencial, de Bacharelado.
Em relação ao número de estudantes matriculados, o sexo feminino predomina em ambas as modalidades de ensino, sendo o turno noturno o que possui mais estudantes nos cursos de graduação presencial.
Metodologia – Para o Censo Educacional, a atuação do Inep se concentra na apuração e na produção das informações que permitem o monitoramento e o diagnóstico, subsidiando a formulação e a avaliação das Políticas Públicas de Educação.
O Instituto está habilitado a explicar os dados estatísticos e as metodologias adotadas, em uma perspectiva técnica. Tanto o Ministério da Educação (MEC) quanto as secretarias estaduais e municipais, que são os porta-vozes das políticas públicas nessa área, são responsáveis pelo desenvolvimento e a condução da rede.
Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior é o mais completo levantamento estatístico sobre as instituições brasileiras e sua oferta de cursos. Seu objetivo é oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade em geral informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor e, principalmente, guiar as políticas públicas de educação. Após a divulgação, os dados passam a figurar como estatísticas oficiais da Educação Superior.
Como forma de aprimorar a qualidade das análises realizadas, o censo traz as informações de alunos e profissionais individualmente, permitindo que as políticas do setor e seus participantes sejam acompanhados de maneira minuciosa. O censo também subsidia o planejamento e a avaliação de políticas públicas, além de contribuir na elaboração de indicadores de qualidade, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos (IGC).
Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior é o mais completo levantamento estatístico sobre as instituições brasileiras e sua oferta de cursos. Seu objetivo é oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade em geral informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor e, principalmente, guiar as políticas públicas de educação. Após a divulgação, os dados passam a figurar como estatísticas oficiais da Educação Superior.
Como forma de aprimorar a qualidade das análises realizadas, o censo traz as informações de alunos e profissionais individualmente, permitindo que as políticas do setor e seus participantes sejam acompanhados de maneira minuciosa. O censo também subsidia o planejamento e a avaliação de políticas públicas, além de contribuir na elaboração de indicadores de qualidade, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos (IGC).

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