O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) subiu 0,9 ponto em outubro, para 90,7 pontos, voltando ao patamar de junho deste ano. Na métrica de média móveis trimestrais, o índice recuou pelo sétimo mês consecutivo (0,3 ponto).
"A alta da confiança empresarial em outubro compensa apenas parte da queda do mês anterior e foi insuficiente para alterar a tendência do indicador quando medido em médias móveis trimestrais. A boa notícia é a melhora das expectativas, sugerindo a possibilidade de novas altas nos próximos meses, após a definição das eleições presidenciais e a possível redução dos níveis de incerteza econômica. O contraponto é o desempenho negativo da indústria, cuja confiança vem sendo afetada pelo ritmo lento do mercado interno e a piora do cenário externo" afirma o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Júnior.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
O Índice de Situação Atual caiu 0,3 ponto, para 87,6 pontos, mantendo a piora na percepção dos empresários sobre o momento presente da economia do mês anterior. Já o Índice de Expectativas (IE-E), avançou 0,4 ponto, para 96,6 pontos.
Índice da Situação Atual e das Expectativas
(diferença em pontos, dados dessazonalizados)
Entre os subíndices setoriais, apenas o Índice de Confiança da Indústria recuou em relação ao mês anterior, em 2,0 pontos. Esta queda foi compensada pela alta de 3,8 pontos da confiança do Comércio, que exerceu a maior contribuição para o crescimento do índice agregado.
Difusão da Confiança - Em outubro, houve alta da confiança em 57% dos 49 segmentos que integram o ICE. No mês passado, a disseminação de alta havia alcançado somente 35% dos segmentos.
Para a edição de outubro de 2018, foram coletadas informações de 4.946 empresas entre dois e 26 de outubro. A próxima divulgação do ICE ocorrerá em 30 de novembro de 2018.
"A alta da confiança empresarial em outubro compensa apenas parte da queda do mês anterior e foi insuficiente para alterar a tendência do indicador quando medido em médias móveis trimestrais. A boa notícia é a melhora das expectativas, sugerindo a possibilidade de novas altas nos próximos meses, após a definição das eleições presidenciais e a possível redução dos níveis de incerteza econômica. O contraponto é o desempenho negativo da indústria, cuja confiança vem sendo afetada pelo ritmo lento do mercado interno e a piora do cenário externo" afirma o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Júnior.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
O Índice de Situação Atual caiu 0,3 ponto, para 87,6 pontos, mantendo a piora na percepção dos empresários sobre o momento presente da economia do mês anterior. Já o Índice de Expectativas (IE-E), avançou 0,4 ponto, para 96,6 pontos.
Índice da Situação Atual e das Expectativas
(diferença em pontos, dados dessazonalizados)
Entre os subíndices setoriais, apenas o Índice de Confiança da Indústria recuou em relação ao mês anterior, em 2,0 pontos. Esta queda foi compensada pela alta de 3,8 pontos da confiança do Comércio, que exerceu a maior contribuição para o crescimento do índice agregado.
Difusão da Confiança - Em outubro, houve alta da confiança em 57% dos 49 segmentos que integram o ICE. No mês passado, a disseminação de alta havia alcançado somente 35% dos segmentos.
Para a edição de outubro de 2018, foram coletadas informações de 4.946 empresas entre dois e 26 de outubro. A próxima divulgação do ICE ocorrerá em 30 de novembro de 2018.

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