O percentual de consumidores de Fortaleza que não terão condições financeiras para quitar suas dívidas aumentou.
A taxa de inadimplência potencial cresceu +2,5 pontos percentuais, passando de 7,4%, em setembro, para 9,9% neste mês.
Os dados são da Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada em outubro de 2018, pela Federação do Comércio Ceará (Fecomércio-CE), através do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC). O tempo médio de atraso da dívida é de 71 dias e a principal justificativa para o não pagamento é o desequilíbrio financeiro.
O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (inadimplência potencial de 11,0%), com idade acima dos 25 anos (10,5%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (10,3%).
O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (inadimplência potencial de 11,0%), com idade acima dos 25 anos (10,5%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (10,3%).
De acordo com a Pesquisa, 50,9% dos consumidores de Fortaleza possuem algum tipo de dívida.
Essa diferença é esperada, pois quando o consumidor não consegue quitar suas dívidas, os chamados inadimplentes, ele não adquire novas dívidas, diminuindo, desse modo, o endividamento.
Essa diferença é esperada, pois quando o consumidor não consegue quitar suas dívidas, os chamados inadimplentes, ele não adquire novas dívidas, diminuindo, desse modo, o endividamento.
A proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso subiu +0,6 ponto percentual, passando de 19,6% dos consumidores em setembro, para 20,2% neste mês.
Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (22,4% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (22,5%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (21,0%).
Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (22,4% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (22,5%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (21,0%).
O tempo médio de atraso da dívida é de 71 dias e a principal justificativa para o não pagamento é o desequilíbrio financeiro - a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 58,1% dos consumidores.
O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 35,0%, seguido da contestação das dívidas (10,6%).
Comprometimento da renda - Em Fortaleza, 50,9% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 74,0% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 16,0%; empréstimos pessoais, com 6,7%; carnês e crediários, com 5,5%; e cheque especial, com 1,2%.
O consumidor utilizou o crédito para: consumo de itens de alimentação (49,2% das respostas); aquisição de eletroeletrônicos (38,9%); compra de artigos de vestuário (32,2%); e realização de despesas de educação e saúde (29,7%).
Comprometimento da renda - Em Fortaleza, 50,9% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 74,0% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 16,0%; empréstimos pessoais, com 6,7%; carnês e crediários, com 5,5%; e cheque especial, com 1,2%.
O consumidor utilizou o crédito para: consumo de itens de alimentação (49,2% das respostas); aquisição de eletroeletrônicos (38,9%); compra de artigos de vestuário (32,2%); e realização de despesas de educação e saúde (29,7%).
O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.411, com prazo médio de sete meses, comprometendo 36,7% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.
Orçamento familiar - Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se: a falta de orçamento e controle dos gastos, com 59,9%; as compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 18,2%; o aumento dos gastos considerados essenciais, com 17,3%; desemprego, com 15,6%; redução dos rendimentos, com 14,8%; compras antecipadas, com 11,6%; e gastos imprevistos, com 9,8%.
Orçamento familiar - Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se: a falta de orçamento e controle dos gastos, com 59,9%; as compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 18,2%; o aumento dos gastos considerados essenciais, com 17,3%; desemprego, com 15,6%; redução dos rendimentos, com 14,8%; compras antecipadas, com 11,6%; e gastos imprevistos, com 9,8%.

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