Cerca de dois meses após o Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) alertar que o Mundo tem 12 anos para frear o aquecimento global, a Conferência Mundial do Clima (COP 24), realizada na Polônia, "terminou sem nenhuma proposta ambiciosa e robusta de ação às mudanças climáticas", reclama o Greenpeace Internacional.
“Um ano de desastres climáticos e um alerta terrível dos principais cientistas do mundo deveriam ter levado a muito mais. Em vez disso, os governos decepcionaram as pessoas ao ignorarem a ciência e o sofrimento dos vulneráveis. Reconhecer a urgência da ambição e adotar um conjunto de regras para a ação climática não é suficiente quando nações inteiras enfrentam a extinção”, afirma a diretora executiva do Greenpeace Internacional, Jennifer Morgan.
Sobre Greenpeace - O Greenpeace é uma organização ativista, global e independente que atua para proteger o meio ambiente, promover a paz e engajar pessoas a transformar suas realidades. Há mais de 40 anos, o Greenpeace nasceu com o sonho de construir um mundo mais verde e pacífico. Presente no Brasil desde 1992, a organização não recebe doações de governos, empresas ou partidos políticos.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Greenpeace e foto da COP 24.
Com um dia de atraso, quase 200 países acordaram um “livro de regras” para implementar o Acordo de Paris, firmado em 2015, porém sem um claro comprometimento coletivo para ações de combate ao aquecimento global.
“Um ano de desastres climáticos e um alerta terrível dos principais cientistas do mundo deveriam ter levado a muito mais. Em vez disso, os governos decepcionaram as pessoas ao ignorarem a ciência e o sofrimento dos vulneráveis. Reconhecer a urgência da ambição e adotar um conjunto de regras para a ação climática não é suficiente quando nações inteiras enfrentam a extinção”, afirma a diretora executiva do Greenpeace Internacional, Jennifer Morgan.
“Sem ação imediata, mesmo as regras mais fortes não nos levarão a lugar nenhum. As pessoas esperavam ação e isso é o que os governos não cumpriram. Isso é moralmente inaceitável e eles devem levar consigo a indignação das pessoas e chegar à cúpula do secretário geral da ONU em 2019 com metas de ação climática mais elevadas”, complementa Jennifer Morgan.
O Greenpeace pede aos governos que reforcem a medidas de combate às mudanças climáticas imediatamente e que provem que ouviram as demandas das pessoas. O relatório do IPCC deve ser o apelo à ação - ação que corresponde ao ritmo e à escala da ameaça.
“Textos de compromisso são pagos em vidas humanas e os mais pobres e vulneráveis são os que mais têm necessidades. O IPCC já afirmou que a humanidade não existirá como tal se ultrapassar um aquecimento de um grau e meio até o fim do Século XXI e este livro de regras reconhece que as Contribuições Nacionais Determinadas (NDCs) precisam ser atualizadas até 2020, mas não compromete os países aqui e agora a aumentar a ação contra as mudanças climáticas. Esperávamos um sinal mais claro de ambição”, afirma a ativista da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, Fabiana Alves.
O Greenpeace pede aos governos que reforcem a medidas de combate às mudanças climáticas imediatamente e que provem que ouviram as demandas das pessoas. O relatório do IPCC deve ser o apelo à ação - ação que corresponde ao ritmo e à escala da ameaça.
“Textos de compromisso são pagos em vidas humanas e os mais pobres e vulneráveis são os que mais têm necessidades. O IPCC já afirmou que a humanidade não existirá como tal se ultrapassar um aquecimento de um grau e meio até o fim do Século XXI e este livro de regras reconhece que as Contribuições Nacionais Determinadas (NDCs) precisam ser atualizadas até 2020, mas não compromete os países aqui e agora a aumentar a ação contra as mudanças climáticas. Esperávamos um sinal mais claro de ambição”, afirma a ativista da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, Fabiana Alves.
Sobre Greenpeace - O Greenpeace é uma organização ativista, global e independente que atua para proteger o meio ambiente, promover a paz e engajar pessoas a transformar suas realidades. Há mais de 40 anos, o Greenpeace nasceu com o sonho de construir um mundo mais verde e pacífico. Presente no Brasil desde 1992, a organização não recebe doações de governos, empresas ou partidos políticos.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Greenpeace e foto da COP 24.

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