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Dragão do Mar apresenta espetáculo de dança 'O Quinze'

O Centro Cultural Dragão do Mar divulga sua programação de terça (15) a domingo (20). Destaque para o espetáculo 'O Quinze', do Grupo Bcad Cia de Dança.


► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [QUINTA COM DANÇA]
O Quinze - A escassez da alma (foto)
Grupo Bcad Cia de Dança
Com o apoio da Enel Distribuição Ceará, através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Ceará por meio da Secult-CE, “O Quinze, A Escassez da Alma” foi coreografada por Gleidson Vigne, carioca, diretor da Nimo Cia de Dança do RJ. Gleidson foi bailarino da Quasar Cia. de Dança e do Ballet da Cidade de SP. O novo espetáculo foi pensado, idealizado e pesquisado pela professora Janne Ruth e bailarinos da Cia de Dança. Textos e laboratórios para “O Quinze” também tiveram influência e participação de Janne Ruth, Ruth Arielle, Felipe Souza, Atenita Kaira e Gleidson Vigne. A direção geral é de Janne Ruth, que completa em 2017 seus 51 anos dedicados à dança. O novo espetáculo é baseado na obra homônima da escritora cearense Rachel de Queiroz.
Escassez, seca, solidão... Uma palavra leva a outra como que numa simples continuidade. Não são estas características inerentes à própria humanidade? Parece um corredor que todos os seres percorrem por necessidade. Podem-se definir estas características apenas por acontecimentos meramente físicos ou externos? O que é uma seca senão algo que primeiramente ocorre dentro dos homens? Essas analogias são feitas através do novo espetáculo do BCAD Cia de Dança. Graças ao trabalho incansável da equipe de criação de espetáculos e a garra dos nossos bailarinos, o BCAD Cia. de Dança tem alcançado enorme destaque trazendo para o Ceará mais de 300 prêmios e o reconhecimento do público e da crítica pelo seu trabalho.
“O espetáculo “O Quinze” é moderno, apesar de relatar a história da Seca baseado no Livro de Rachel de Queiroz escrito em 1930, seu primeiro romance, mas se refere à Seca de 1915, que foi considerada a pior seca de todas as décadas. Lembrando que há cinco anos o Ceará tem enfrentado uma seca bastante dolorosa, no qual as pessoas comparam com a estiagem de 1915. No livro, a escritora narra toda uma história que tem o município de Quixadá, no sertão central, como referência inclusive dos campos de concentração onde ficavam os flagelados da seca. Já no espetáculo, fazemos menção ao município de Senador Pompeu”, onde nasceu o pai de Janne Ruth e sua família. 
Ruth pesquisou in loco a triste história dos currais e é de lá que vem sua inspiração. O ser humano é constituído por uma teia extensiva e intensiva de relações, problemáticas e questões. De tal forma que já não sabemos onde a seca, a tristeza ou a solidão começam, qual vem primeiro, se vem de dentro ou de fora, não sabemos nem ao certo se existe essa divisão entre dentro ou fora. Uma seca começa no nordeste brasileiro e pode se espalhar por todo o país, em questão de pouco tempo. É nesta incapacidade de definir a escassez na modernidade, o BCAD propõe momentos de contraponto dessas questões através da arte. A seca, nos dias de hoje, não é mais um fenômeno do sertão. Não é mais somente um fenômeno que tornava o sertanejo triste porque não teria seus dias de colheita e/ou fartura. Parece que a seca alcançou a área urbana... Com esses questionamentos, o espetáculo “O Quinze pretende fazer o público refletir através da dança esse tema tão atual e intrigante que envolve as ações do homem e as inexplicáveis reações da natureza. 
Currais, campos de concentração, fome, flagelo. Chamamos tudo isso de Escassez, esses currais existem até hoje, a desigualdade social mostra esse cenário abertamente, o pobre o rico, o branco o negro, os bairros chiques e as favelas e morros que abrigam a maior parte da população vivendo com muito pouco ou quase nada. O que as pessoas sabem sobre os currais? Para quem não sabe, as autoridades estaduais chamavam de “Campos de Concentração”, uma denominação que ainda não era associada ao horror do nazismo alemão. No início do século 20, quando o Nordeste vivia sua pior seca, as autoridades construíram esses campos de concentração, para evitar que os agricultores famintos do Ceará migrassem em massa para a capital Fortaleza. Milhares de famílias viviam nesses currais em condições sub-humanas, amontoados, quase sem comida e água e cercado por guardas. Os únicos vestígios deste episódio sinistro da História estão em Senador Pompeu, município onde nasceu e mora a família da professora Janne Ruth. Lá ainda estão de pé as carcaças dos prédios onde os guardas faziam o controle ou dos armazéns onde se guardava a pouca comida, inclusive existe uma testemunha viva, D. Carmelia Gomez Pinheiro, filha de um dos vigias do campo. Hoje com 97 anos ela relata que por dia morriam quatro a cinco pessoas de fome, e que era possível ouvir o clamor por água e comida.
Dias 17, 24 e 31 de janeiro de 2019, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: Livre.

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [TEATRO INFANTIL]
Mariquinha Maricota
Bilu Bila e Cia - Grupo de Teatro e Palhaços do Ceará
O espetáculo narra a saga do jovem Zé Fulô em busca de salvar a sua amada Mariquinha Maricota das mãos do perverso João Cravo Amarelo Amarelado do Olho de Peixe Morto. O cenário é o sertão nordestino com suas histórias e seres fantásticos. Para encontrar a fonte da vida o nosso herói terá que enfrentar vários perigos e decifrar enigmas de figuras do nosso folclore como o Boi e a caipora. Muitas músicas, brincadeiras e bonecos permeiam o espetáculo que esse ano completa dez anos de estrada.
Dias 19, 20, 26 e 27 de janeiro de 2019, às 17 horas, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: Livre.

Atividade do Núcleo Educativo do Museu da Cultura Cearense - Oficina de Colagem
Ministrantes: Nágila Gonçalves (arte-educadora MCC) e Pâmela Cariri (Fotógrafa e jornalista). Inspirada nas fotopinturas presentes na exposição Sobre a Cor da Sua Pele, do Solar Fotofestival, esta atividade propõe-se a oferecer experiências de como trabalhar e manipular imagens através da colagem, intervindo em fotografias já produzidas, compondo novas imagens.  Relacionando os dois processos, observamos que, para a criação da fotopintura, o(a) artista recebe instruções de seus clientes de como a fotografia deve ser alterada, o que deve ser melhorado, inserido ou retirado. De forma semelhante, o processo da colagem estimula a ressignificação de imagens, levando-nos a ponderar sobre a figura que será construída e o que se quer passar através dela. Durante os quatro dias de oficina, serão abordadas questões sobre a prática de fotocolagem digital e experimentos desenvolvidas pela artista. As influências desse mercado de manipulação de imagens nas produções artísticas contemporâneas citando exemplos onde essa técnica influencia na construção da visual da comunicação. Quais artistas trabalham essa técnica, em que patamar são reconhecidas como arte e onde encontramos no mercado artístico?
Dias 15, 16, 17 e 18 de janeiro de 2019, das 14h às 18h, no Ateliê dos Museus (Praça Verde). Vagas: 15. Requisitos: maior de 16 anos de idade. Inscrições: encurtador.com.br/iuP34 (até esta sexta-11)

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [TEATRO DA TERÇA]
Leonce e Lena
Teatro Máquina
Leonce e Lena é um espetáculo do Teatro Máquina, cuja estreia aconteceu em 2005. O espetáculo teve uma carreira de cerca de dois anos, com apresentações pelos principais espaços de exibição de Fortaleza, além das participações no Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga e no Festival de Teatro de Fortaleza. O projeto de montagem foi vencedor do II Edital de Incentivo às Artes da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e foi apoiado pelo Goethe Institut e pelo Programa DAAD, através da Casa de Cultura Alemã/UFC. O espetáculo também realizou circulação pelas escolas públicas municipais através do Edital das Artes 2006 da FUNCET/Prefeitura de Fortaleza. Em 2012, como parte das atividades de comemoração dos dez anos do grupo e dos 50 anos da Casa de Cultura Alemã da UFC, retomamos o projeto e começamos a remontá-lo. Percebemos que esse trabalho é maior do que uma reencenação, é necessariamente uma nova abordagem do material desenvolvido entre 2005-2007. O grupo brinca mais livremente com as noções de fábula, improvisação, jogo e narração, a fim de fazer do espaço de encenação um espaço de jogo que convoque o público a refletir sobre as questões postas pelo texto. Em 2013, realizamos uma temporada de 20 apresentações no Edinburgh Festival Fringe (Escócia) onde recebemos excelente avaliação pela crítica local (Three Weeks - 5 estrelas / The Scotsman - 4 estrelas).
Sinopse - Leonce e Lena, escrita em 1836, é a única comédia de Georg Büchner. A peça trata da história de dois jovens nobres, o príncipe Leonce, do Reino de Popo; e a princesa Lena, do Reino de Pipi. Ambos estão prometidos em casamento, mas fogem porque rejeitam essa ideia. Por acaso, encontram-se e se apaixonam, sem chegar a conhecer suas identidades. No desfecho, o rei aceita casar os dois disfarçados de títeres sofisticadíssimos, para não abdicar da festa. A montagem do Teatro Máquina cria, em chave esportiva, situações de jogo que expõem o encontro dos jovens amantes em uma dinâmica de velocidade e brincadeira, oferecendo ao público um pretexto para a discussão sobre o ócio e a liberdade.
Dias 15, 22 e 29 de janeiro de 2019, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: 12 anos.

► [PALESTRA] Debate com Ginga
Tema: “A Capoeira e os Tesouros Vivos da Cultura: construções coletivas na roda dos saberes”
Palestrantes: José Olímpio, Robério Batista, Sammia de Castro, Joel Alves Bezerra e Rosana Marques.
O Debate com Ginga é um programa mensal realizado pela Associação Sociocultural Viva Capoeira Viva – ASVCV e o Instituto de Educação Física e Esportes da Universidade Federal do Ceará (IEFES - UFC) em parceria com o Centro Dragão do Mar. O objetivo é promover, por meio de um ciclo de debates e palestras, diferentes reflexões acerca da Capoeira e os múltiplos aspectos que a compõem. A cada edição, diferentes convidados, entre professores, estudantes, mestres de Capoeira, alunos graduados e pesquisadores conversam sobre o tema. Nesta edição, confira a palestra “A Capoeira e os Tesouros Vivos da Cultura: construções coletivas na roda dos saberes”, com os palestrantes José Olímpio, Robério Batista, Sammia de Castro, Joel Alves Bezerra e Rosana Marques.
Debater, pensar e refletir acerca da Capoeira e as múltiplas temáticas que a envolvem significa compartilhar a identidade cultural de nosso povo e ter a oportunidade de criar um espírito crítico-reflexivo da sociedade em que se está inserido, uma vez ser esta uma expressão da cultura corporal brasileira, nascida entre os negros escravos como instrumento de libertação de uma classe marginalizada. Além disso, é também conhecer, de forma apropriada e científica, os fundamentos teóricos, práticos, sua trajetória histórica, suas vertentes, sua aplicação pedagógica, os conceitos e significados que envolvem a Capoeira.
Dia 16 de janeiro de 2019, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

► [ASTRONOMIA] Noite das Estrelas
Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o planetário disponibiliza telescópios ao público em geral para observação astronômica de crateras da lua, planetas, nebulosas etc. Em caso de céu nublado, a sessão poderá ser interrompida ou cancelada.
Dias 16 e 17 de janeiro de 2019, às 19h, em frente ao Planetário. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

► [CINEMA] Mostra Retroexpectativa 2018/2019
O Cinema do Dragão realiza a quinta edição da Mostra Retroexpectativa de 17 a 30 de janeiro de 2019. Aguardada com ansiedade pelo público cinéfilo da cidade, a mostra reúne os filmes que mais fizeram sucesso no ano que passou, adianta os lançamentos do primeiro semestre deste ano e traz ainda clássicos remasterizados do cinema mundial. Ao todo, serão 74 longas-metragens exibidos em duas semanas de mostra, além de debates com realizadores brasileiros, nas salas do Cinema do Dragão, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. A programação oferece também masterclass e ateliê de crítica cinematográfica, realizados em parceria com a Escola Porto Iracema das Artes.
Segundo o curador do Cinema do Dragão, Pedro Azevedo, a faixa retrospectiva apresenta os filmes que fizeram boa carreira nas salas do Dragão, como Uma Noite de 12 anos e Me Chame Pelo Seu Nome - que são os de maior bilheteria do ano de 2018 -, mas também filmes inéditos do circuito independente de arte que não tiveram espaço de estreia em Fortaleza como: Minha filha, Meu Anjo, O terceiro assassinato, Rota Selvagem, Museu, Lámen Shop e 1945.
Com 17 filmes na lista, a faixa expectativa traz diversidade com produções de diferentes nacionalidades e que circularam por grandes festivais internacionais, como os de Berlim, Veneza e Cannes. “Mais especial ainda para nós é exibir filmes brasileiros inéditos no circuito comercial e que fizeram excelente carreira em festivais nacionais e internacionais. Serão chances únicas de assistir a filmes como Sol Alegria, Clube dos Canibais, Los Silencios, Lembro Mais dos Corvos, Os Jovens Baumann e O Barco”, destaca Pedro.
Parte do DNA da programação do Cinema do Dragão, os clássicos têm lugar garantido em todas as edições da Mostra Retroexpectativa. Neste ano, o destaque é para a cópia remasterizada em 4K de Central do Brasil, em comemoração aos vinte anos do filme. Será o único da mostra com exibição gratuita, realizada em parceria com a Vídeo Filmes. Além do clássico brasileiro, são destaques ainda dessa faixa os títulos Juventude Transviada e O Iluminado, trazidos em cópias 4K negociadas diretamente com distribuidoras de fora do Brasil.
Discutir cinema - Além da exibição dos filmes, a Mostra Retroexpectativa caracteriza-se por trazer no bojo ações de formação em cinema. Nesta edição, a programação terá cinco debates com os seguintes realizadores brasileiros: Petrus Cariry (filme O BARCO), Beatriz Seigner (filme LOS SILENCIOS), Tavinho Teixeira (filme SOL ALEGRIA), Guto Parente (filme CLUBE DOS CANIBAIS) e Gustavo Vinagre (filme LEMBRO MAIS DOS CORVOS).
Será realizada ainda, em parceria com a Escola Porto Iracema das Artes, a masterclass “Distribuição e Exibição do Cinema Brasileiro Independente”, no dia 29 de janeiro, com o programador mineiro Daniel Queiroz, que é um dos coordenadores da Semana de Cinema. Outra novidade da mostra é o Ateliê de Crítica Cinematográfica, com o curador do Cinema do Dragão, Pedro Azevedo. A formação será realizada de 14 a 18 de janeiro, no Porto Iracema. As inscrições na oficina foram realizada de terça a sexta-feira e estão encerradas.
De 17 a 30 de janeiro de 2019, no Cinema do Dragão. Ingressos: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia). Às terças-feiras, o valor é promocional: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [NAS RUAS DO DRAGÃO]
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
Grupo Nóis de Teatro
O espetáculo, que tem a assinatura da direção de Murillo Ramos e a dramaturgia de Altemar Di Monteiro, traz em cena uma intensa discussão dialética sobre a criminalização e perseguição da juventude negra das periferias, debatendo também a desmilitarização da polícia brasileira.
Dividido em três atos, o espetáculo conta a história de Natanael, uma espécie de anti-herói que nasce na periferia, vive inserido num sistema de opressão e violência e, aos 18 anos, resolve entrar para polícia militar.
Trazemos uma dramaturgia épica, onde o ator narrador é o grande foco, numa espécie de “tragédia afro”, com elementos alegóricos e representativos do universo do movimento negro no Brasil e no mundo, além de múltiplas referências à mitologia dos Orixás.
Para a montagem do espetáculo, o Nóis de Teatro visitou várias comunidades quilombolas do Ceará e do Maranhão, dialogando também com movimentos sociais que pautam as questões da população negra.
O Nóis de Teatro está localizado na periferia de Fortaleza, na Comunidade de Granja Lisboa, no Território de Paz do Grande Bom Jardim. Ao longo dos últimos 16 anos, o grupo tem construído uma ação continuada no que diz respeito à circulação de espetáculos, oferta de cursos, intercâmbios e oficinas (teatro e percussão) para a comunidade, contribuindo de forma significativa para a formação de plateia, incentivando crianças e jovens como sujeitos sensíveis, protagonistas de um novo mundo, para uma comunidade mais justa e menos violenta.
Dias 13, 19 e 20 de janeiro e 3 de fevereiro de 2019, às 19h, na Praça Verde. Acesso gratuito. Classificação etária: 16 anos.

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS]
A saudade é a tristeza que fica em uns quando as coisas que gostamos vão embora
Outro Grupo de Teatro
Dias 20 e 27 de janeiro de 2019, às 18h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.


Com informações da Coordenadoria de Imprensa do Governo do Ceará.

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