O VII Festival Internacional de Folclore do Ceará, que será realizado de quinta (7) a domingo (10) em Alto Santo, Limoeiro do Norte, Morada Nova, Quixeré, Russas e Tabuleiro do Norte, terá a participação de 10 grupos de cinco estados brasileiros (Ceará, Paraíba, Pará, São Paulo e Pernambuco) e do Paraguai.
Da Paraíba, virá a Tropa de Danças Regionais; de Pernambuco, o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião; do Pará, o Grupo Parafolclórico Asa Branca; de São Paulo, o Grupo Apolo de Danças Gregas; e do Paraguai, o Grupo Paraguay Ete Villa Elisa (foto Marina Calcanate).
Do Ceará tem a Companhia de Ritmos e Danças Populares, Grupo de Dança Tablado, Grupo Oré Anacã – Grupo de Danças da Universidade Federal do Ceará (UFC), Grupo Parafolclórico Fulô do Sertão (Senador Pompeu) e Txai Cia de Danças Populares.
Da Paraíba, virá a Tropa de Danças Regionais; de Pernambuco, o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião; do Pará, o Grupo Parafolclórico Asa Branca; de São Paulo, o Grupo Apolo de Danças Gregas; e do Paraguai, o Grupo Paraguay Ete Villa Elisa (foto Marina Calcanate).
Entre as atrações, haverá ainda a Coroação das Rainhas dos Maracatus Cearenses : Az de Ouro, Nação Baobab, Nação Iracema, Reis de Paus e Vozes da África, todos de Fortaleza.
A programação do VII Festival Internacional de Folclore do Ceará será realizada em escolas, ginásios, faculdades e centros culturais das sete cidades do Vale do Jaguaribe, totalizando mais de 20 espaços cênicos, que receberão apresentações musicais, de dança folclórica e comercialização de artesanato, literatura de cordel e gastronomia regional. A população também poderá participar das ações formativas, que incluem aulas-show, vivências e exposições, valorizando a cultura popular e fortalecendo o Ceará como cena internacional da dança, arte e cultura. Todas as atividades são gratuitas.
A sétima edição do Festival Internacional de Folclore do Ceará irá reunir, durante os quatro dias de evento, cerca de 300 artistas de Grupos de Projeção Folclórica de abrangências local e nacional, Grupo de Etnia e Grupo Internacional. Além de valorizar as tradições, a pesquisa e a experimentação, o Festival promoverá o encontro entre as mais distintas manifestações culturais e trará reflexões sobre as danças folclóricas em um contexto internacional, por meio do qual será possível conhecer aspectos da trajetória de um povo e ampliar conhecimentos.
Em reconhecimento pelos trabalhos de fortalecimento da cultura popular, o Festival irá homenagear em 2019 a Txai Cia de Danças Populares, que acaba de completar 18 anos de atividades; e o pesquisador Clerton Martins, professor-titular do curso de Psicologia da Universidade de Fortaleza (Unifor), doutor em Psicologia pela Universitat de Barcelona e pós-doutorado em Estudos do Ócio pela Universidad de Deusto, na Espanha.
A programação do VII Festival Internacional de Folclore do Ceará será realizada em escolas, ginásios, faculdades e centros culturais das sete cidades do Vale do Jaguaribe, totalizando mais de 20 espaços cênicos, que receberão apresentações musicais, de dança folclórica e comercialização de artesanato, literatura de cordel e gastronomia regional. A população também poderá participar das ações formativas, que incluem aulas-show, vivências e exposições, valorizando a cultura popular e fortalecendo o Ceará como cena internacional da dança, arte e cultura. Todas as atividades são gratuitas.
A sétima edição do Festival Internacional de Folclore do Ceará irá reunir, durante os quatro dias de evento, cerca de 300 artistas de Grupos de Projeção Folclórica de abrangências local e nacional, Grupo de Etnia e Grupo Internacional. Além de valorizar as tradições, a pesquisa e a experimentação, o Festival promoverá o encontro entre as mais distintas manifestações culturais e trará reflexões sobre as danças folclóricas em um contexto internacional, por meio do qual será possível conhecer aspectos da trajetória de um povo e ampliar conhecimentos.
Em reconhecimento pelos trabalhos de fortalecimento da cultura popular, o Festival irá homenagear em 2019 a Txai Cia de Danças Populares, que acaba de completar 18 anos de atividades; e o pesquisador Clerton Martins, professor-titular do curso de Psicologia da Universidade de Fortaleza (Unifor), doutor em Psicologia pela Universitat de Barcelona e pós-doutorado em Estudos do Ócio pela Universidad de Deusto, na Espanha.

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