Estive em Brasília seis vezes. A primeira para receber o Prêmio Fenaj de Jornalismo. Era novembro de 1990. Ganhamos, eu e o radialista Alaércio Luiz Ferreira Flor, pela Rádio Universitária de Fortaleza FM 107.5 pela série de reportagens 'Principais Problemas de Fortaleza', na época que o prefeito era Ciro Gomes, que nos deu uma entrevista exclusiva pontuando respostas aos principais problemas de Fortaleza. Recebi o prêmio no auditório do Banco Central. Fiquei agraciado com a beleza da Capital Federal. Naquela época, Brasília tinha 30 anos.
Neste domingo (21), Brasília completa 59 anos. Passaram-se 29 anos e Brasília caminha para os 60 anos em 2020. Fundada em 21 de abril de 1960 por Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é o Centro dos Poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Imprensa.
Escrevo Imprensa pela outra vez que fui a Brasília receber o Prêmio Ministério da Saúde de Jornalismo pela série de reportagens 'Municipalização da Saúde é o Caminho' em conjunto com a jornalista Aurora Miranda Leão, veiculada pela Rádio Universitária de Fortaleza FM 107.5. Era a época do Governo Fernando Collor e do escândalo das bicicletas do ministro da Saúde, Alcenir Guerra. O ano era 1992 e foi entregue na Conferência Nacional de Saúde.
Depois fui a Brasília para participar da Conferência Nacional de Saúde 2014, já no Governo Dila Rousseff, onde como jornalista escrevi uma série de reportagens para este Blog sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). No ano seguinte (2015) já estava em Brasília para um Seminário sobre Medicamentos no Senado Federal.
Em 2018 voltei a Brasília por duas vezes. Uma para o Congresso Nacional de Radiodifusão, em agosto; e outra para uma visita ao meu filho jornalista Lauriberto Brasil, que trabalha no Poder 360, em outubro.
Foram seis visitas, que me enchem de orgulho de Brasília. De sua Catedral (foto), da Esplanada dos Ministérios, do Palácio do Planalto, do Palácio Itamarati (foto), do Supremo Tribunal Federal, do Congresso Nacional, da Praça dos Três Poderes, do Shopping Brasília, do Centro de Convenções Ulisses Guimarães, do Estádio Nacional Mané Garrincha, do Aeroporto Juscelino Kubitschek (JK), da Biblioteca Nacional, do Teatro Nacional, do Lago Paranoá, da Asa Norte, da Asa Sul, da Rodoviária, do Metrô, das ruas largas, das calçadas largas, das jantinhas, da Torre de Tevê, do Hotel Nacional, do Naum Hotel, do Correio Brasiliense, do Jornal de Brasília, da Agência Brasil de Comunicação, da Candangolândia...
Claro que Brasília tem suas mazelas. Mas nesta crônica só quis lembrar de suas belezas...
Escrevo Imprensa pela outra vez que fui a Brasília receber o Prêmio Ministério da Saúde de Jornalismo pela série de reportagens 'Municipalização da Saúde é o Caminho' em conjunto com a jornalista Aurora Miranda Leão, veiculada pela Rádio Universitária de Fortaleza FM 107.5. Era a época do Governo Fernando Collor e do escândalo das bicicletas do ministro da Saúde, Alcenir Guerra. O ano era 1992 e foi entregue na Conferência Nacional de Saúde.
Em 2018 voltei a Brasília por duas vezes. Uma para o Congresso Nacional de Radiodifusão, em agosto; e outra para uma visita ao meu filho jornalista Lauriberto Brasil, que trabalha no Poder 360, em outubro.






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