Há um ano morria ao cair no brinquedo 'Vainkará' recém inaugurado no Beach Park, o radialista da Nova Brasil, Ricardo Hill. O radialista e a família estão de férias no Beach Park quando resolveram experimentar a mais nova atração do parque aquático. Mas Ricardo acabou morrendo ao cair da boia do brinquedo. Ricardo vinha numa boia com outros três turistas. Os quatro caíram já no final da descida do brinquedo, mas somente Ricardo bateu a cabeça na estrutura do Vainkará e morreu.
Durante este ano o Vainkará está interditado. O Beach Park trava uma batalha judicial para responsabilizar a fabricante do brinquedo, canadense ProSlide. Enquanto isso negocia uma indenização para família de Ricardo Hill.
O processo criminal tramita na 2ª Vara de Aquiraz e está em fase de inquérito policial. O relatório da Polícia Civil foi concluído e está sendo analisado pelo Ministério Público Cearense, que decidirá se denuncia ou não o crime.
A Perícia Forense do Ceará divulgou em setembro de 2018, laudo eximindo a responsabilidade dos usuários pelo acidente, atribuindo o fato ao excesso de peso e a distribuição irregular dos participantes na boia. O Beach Park contratou uma perícia paralela que aponta a fabricante como responsável pelo acidente.
A família de Ricardo Hill entrou com uma ação civil com pedido de indenização por danos patrimoniais. O advogado da família, João Vicente Leitão destaca que ainda vai ingressar na Justiça Cearense com uma ação de danos morais "pelo o que a viúva e a filha sofreram e sofrerão pelo resto da vida. O dano moral é uma coisa contínua".
O Beach Park em nota confirma existir uma proposta que está sob avaliação e reitera ter prestado "toda assistência às vítimas e familiares e garante à família Beach Park – frequentadores, colaboradores e parceiros – que vai continuar, como sempre fez, aperfeiçoando seus procedimentos de segurança e promovendo o debate com o setor para que a experiência no Beach Park seja cada vez mais segura e agradável".
Também na nota, o Beach Park revela que recebeu no mês de junho laudo da empresa americana ESi, referência no mercado em investigações dessa natureza, comprovando que o 'Vainkará' "apresenta falha de projeto, alterando a trajetória da boia independentemente do peso, o que foi determinante para ocorrer o acidente". Segundo o laudo "o design do toboágua resulta em situações onde a boia se torna instável e não segura, mesmo quando o peso dos usuários soma menos que os 320 quilos recomendados pela ProSlide”.
A nota do Beach Park encerra salientando que "diante da perícia e com a certeza de ter seguido todos os procedimentos corretos na operação da atração, o Beach Park está avaliando as medidas jurídicas aplicáveis ao caso".
A ProSlide ainda não se pronunciou sobra a perícia paralela.
O processo criminal tramita na 2ª Vara de Aquiraz e está em fase de inquérito policial. O relatório da Polícia Civil foi concluído e está sendo analisado pelo Ministério Público Cearense, que decidirá se denuncia ou não o crime.
A Perícia Forense do Ceará divulgou em setembro de 2018, laudo eximindo a responsabilidade dos usuários pelo acidente, atribuindo o fato ao excesso de peso e a distribuição irregular dos participantes na boia. O Beach Park contratou uma perícia paralela que aponta a fabricante como responsável pelo acidente.
A família de Ricardo Hill entrou com uma ação civil com pedido de indenização por danos patrimoniais. O advogado da família, João Vicente Leitão destaca que ainda vai ingressar na Justiça Cearense com uma ação de danos morais "pelo o que a viúva e a filha sofreram e sofrerão pelo resto da vida. O dano moral é uma coisa contínua".
O Beach Park em nota confirma existir uma proposta que está sob avaliação e reitera ter prestado "toda assistência às vítimas e familiares e garante à família Beach Park – frequentadores, colaboradores e parceiros – que vai continuar, como sempre fez, aperfeiçoando seus procedimentos de segurança e promovendo o debate com o setor para que a experiência no Beach Park seja cada vez mais segura e agradável".
Também na nota, o Beach Park revela que recebeu no mês de junho laudo da empresa americana ESi, referência no mercado em investigações dessa natureza, comprovando que o 'Vainkará' "apresenta falha de projeto, alterando a trajetória da boia independentemente do peso, o que foi determinante para ocorrer o acidente". Segundo o laudo "o design do toboágua resulta em situações onde a boia se torna instável e não segura, mesmo quando o peso dos usuários soma menos que os 320 quilos recomendados pela ProSlide”.
A nota do Beach Park encerra salientando que "diante da perícia e com a certeza de ter seguido todos os procedimentos corretos na operação da atração, o Beach Park está avaliando as medidas jurídicas aplicáveis ao caso".
A ProSlide ainda não se pronunciou sobra a perícia paralela.

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