De acordo com o portal do Estadão, a Polícia Federal (PF) prendeu, nesta terça-feira (23/07), quatro hackers que teriam invadido as contas telefônicas do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e do procurador da República e coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, Deltan Dallangnol.
![]() |
| Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil |
A PF divulgou nota informando ter deflagrado, na manhã de hoje, a Operação spoofing* com o objetivo de desarticular organização criminosa que praticava crimes cibernéticos. Mas a nota não fornece maiores detalhes sobre a operação.
Afirma que foram cumpridas onze ordens judiciais, sendo sete Mandados de Busca e Apreensão e quatro Mandados de Prisão Temporária, nas cidades de São Paulo/SP, Araraquara/SP e Ribeirão Preto/SP.
Ainda segundo a PF, as investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados.
*Spoofing é um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é.
Afirma que foram cumpridas onze ordens judiciais, sendo sete Mandados de Busca e Apreensão e quatro Mandados de Prisão Temporária, nas cidades de São Paulo/SP, Araraquara/SP e Ribeirão Preto/SP.
Ainda segundo a PF, as investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados.
*Spoofing é um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é.
Além de Moro, então juiz da Operação Lava Jato, outros procuradores da força-tarefa tiveram seus celulares hackeados. Diálogos mantidos no auge da investigação foram vazados e publicados pelo site "The Intercept", indicando um suposto conluio. Moro e os procuradores negam a autenticidade das conversas a eles atribuídas.
No começo de junho, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que hackers tinham tentado invadir o telefone celular de Moro. De acordo com a pasta, o ministro só percebeu a tentativa no dia 4 de junho, quando recebeu uma ligação do seu próprio número. Após a chamada, Moro recebeu novos contatos por meio do aplicativo de mensagens Telegram, que o ministro afirma que já não usava há cerca de dois anos. Imediatamente, o ministrou abandonou a linha e acionou a Polícia Federal.
Dias depois, trechos de mensagens que o ministro trocou com procuradores da força-tarefa da Lava Jato, do Ministério Público Federal (MPF), passaram a ser divulgados por veículos de imprensa, principalmente, pelo site The Intercept Brasil. Segundo o site, os arquivos foram entregues por uma fonte anônima.
No começo de junho, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que hackers tinham tentado invadir o telefone celular de Moro. De acordo com a pasta, o ministro só percebeu a tentativa no dia 4 de junho, quando recebeu uma ligação do seu próprio número. Após a chamada, Moro recebeu novos contatos por meio do aplicativo de mensagens Telegram, que o ministro afirma que já não usava há cerca de dois anos. Imediatamente, o ministrou abandonou a linha e acionou a Polícia Federal.
Dias depois, trechos de mensagens que o ministro trocou com procuradores da força-tarefa da Lava Jato, do Ministério Público Federal (MPF), passaram a ser divulgados por veículos de imprensa, principalmente, pelo site The Intercept Brasil. Segundo o site, os arquivos foram entregues por uma fonte anônima.
(Com informações da Agência Brasil e da Assessoria de Imprensa da Polícia Federal)

Comentários
Postar um comentário