A Oi anunciou na noite desta quarta-feira (7), no Rio de Janeiro, o resultado da 16ª edição do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que reafirma o compromisso da companhia com a cultura brasileira.
Este ano, foram selecionados 48 projetos de sete estados (Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul) e Distrito Federal, que receberão apoio para realização em todas as regiões do Brasil ou para compor a programação do Centro Cultural Oi Futuro e de outros espaços do instituto de inovação e criatividade da Oi, como o Museu das Telecomunicações e o Lab Oi Futuro (foto Cristina Lacerda). Os projetos beneficiados do Ceará são a Feira da Música e o Festival Nordestino de Animação, Game e Web (Anima Ceará).
Desde 2003, o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, gerenciado pelo instituto Oi Futuro, já apoiou mais de 2.500 projetos culturais de diversas naturezas, que atraíram milhões de pessoas de todo o país. Nesses 16 anos de atuação, o Oi Futuro se tornou espaço onde as muitas formas de arte convergem e as tecnologias do nosso tempo são um campo infinito para experimentação e investigação artística.
“A Oi acredita na arte como ponto de partida para o desenvolvimento de novos processos e inovação, por isso nos orgulhamos de ser uma das maiores patrocinadoras privadas da cultura brasileira”, disse Roberto Guimarães, gerente executivo do Oi Futuro aos jornalistas do Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte, Pará, Brasília e Rio Grande do Norte.
A seleção nacional traz novas propostas que combinam arte e tecnologia, como a primeira edição do FestAR – Festival de Realidade Aumentada (SP), o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show (SP), o festival Zona Mundi - Circuito Eletrônico de Som e Imagem (BA), Anima Ceará - Festival Nordestino de Animação, Game e Web (CE), a plataforma criativa Som sem Plugs (RN), o 6˚ Festival Kino Beat - Arte em Movimento (RS) e o festival Umbuzada + Q Sonora (BA), que vai promover shows, espetáculos multimídia e mostra audiovisual de produções nordestinas.
A seleção nacional também traz como marca a diversidade, que está no DNA de projetos como o Festival Mana - Edição Belém (PA), focado na produção artística feminina; a nova temporada da websérie “Punho Negro, a super-heroína baiana” (BA) e o festival Plural - Música e Diversidade (DF). Também foram contemplados nessa linha de apoio o Festival Se Rasgum (PA), Festival Amazônia Mapping (PA), Festival DoSol e Incubadora (RN), Semana Internacional de Música de São Paulo (SP), Favela Sounds 2019 - Festival Internacional de Cultura de Periferia (DF), Feira da Música (CE), Vamos ao Cinema! (DF), programa de formação de plateias, e o festival pernambucano Rec-Beat SP, que depois de 25 anos de sucesso em Recife ganhará sua primeira edição em São Paulo.
Programação do centro cultural - Para a programação do Centro Cultural Oi Futuro 2019/2020, foram selecionados projetos originais de artes visuais, digitais e integradas para ocupar as galerias e um conjunto de espetáculos inéditos, para adultos e crianças, a serem apresentados no teatro. Entre os selecionados estão a exposição “UNA(S)+”, que reúne artistas latino-americanas; mostra retrospectiva de Diana Domingues, pioneira da arte digital no Brasil; a individual “Periscópio indisciplinado”, do artista plástico Andre Severo, com curadoria de Paulo Herkenhoff; “Poesia Visual e Digital” e “Arte Pública”.
No teatro, o Oi Futuro anuncia para 2019/2020 os espetáculos “Sem palavras”, dirigido por Marcio Abreu, com colaboração de artistas como Renata Sorrah e Grace Passô; “A perna”, comédia escrita por Manuela Dias, com Deborah Bloch no elenco; “Guerra em Iperoig”, releitura de conflitos dos primórdios da História do Brasil, produzido por Camila Pitanga; “Deserto 2666 – O Último Bolaño”, adaptação da obra de Roberto Bolaño com direção de Luiz Felipe Reis; “Meu filho apenas caminha um pouco mais lento”, dirigido por Rodrigo Portella; “Julius Caesar”, adaptação de William Shakespeare que marca os 30 anos da Cia dos Atores; “O Som e a Fúria – Um Estudo sobre o Trágico”; “Bu!”, que combina instalação e performance para falar de sexualidade feminina a partir da ótica bem-humorada de uma boneca, entre outros. Também foram contemplados a 10ª edição do Tempo_Festival, o projeto “Segunda Black”, que reúne trabalhos de artistas negros em cena, e “Jantar Romântico – Encontro Binaural”, iniciativa de teatro participativo combinado com tecnologia.
Reforçando seu propósito de formação de plateias, o Oi Futuro também preparou uma programação teatral inédita voltada para a família, incluindo os seguintes espetáculos: “Bem no meio”, de Karen Acioly; “Manoel – O menino que carregava água na peneira”, adaptação da obra de Manoel de Barros dirigida por Duda Maia; “Meus dois pais”, baseada na obra infanto-juvenil de Walcyr Carrasco; “A menina Akili e seu tambor falante”, musical sobre cultura africana, com direção musical de Tim Rescala; “Lupita”, que explora a cultura mexicana para falar da morte com bom humor, “Corcunda - Dueto para Ator e Catedral Gótica”, adaptação multimídia de “O corcunda de Notre Dame”, e “Meu pai é um homem pássaro”, baseado no livro homônimo e premiado do britânico David Almond.
Para o Lab Oi Futuro, espaço inaugurado pelo instituto da Oi para a experimentação artística e a inovação, o edital selecionou os projetos: 9 º Festival Novas Frequências, principal evento de inovação musical na América do Sul; Corpas Sonoras, série de jam sessions de artistas LTQIs; AJO – Ritmos Contam Histórias, pesquisa musical de ritmos populares brasileiros; Semana PodSim, promovida pela primeira plataforma de podcasts produzidos por mulheres no Brasil; LabSonica Sounds & Talks, que terá bate-papos sobre o mercado da música; e o ciclo “Arte, Cidade, Patrimônio, Tecnologia”, que combinará mostra e seminário. Ainda há o projeto “Acessibilidade.Mov”, série de encontros e oficinas de dança e música para pessoas com deficiência apoiado pelo Museu das Telecomunicações.
Processo de seleção - O processo de seleção contou com uma comissão de avaliação independente, composta por especialistas de distintos campos do conhecimento e de origem regional diversa, e envolve também a participação de profissionais do Oi Futuro e da Oi. Através do programa, a Oi quer fomentar a produção artística inovadora, especialmente no campo da convergência entre arte, ciência e tecnologia, potencializando conexões que impulsionem novas ideias e experiências coletivas singulares. O programa também tem como objetivos promover oportunidades de colaboração, estimular a circulação da produção cultural brasileira por meios físicos e digitais e trabalhar acessibilidades para a ampliação de um público diverso e irrestrito.
Sobre o Oi Futuro - O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, funciona como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura, Inovação Social e Esporte. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Na Educação, o Oi Futuro investe em novas formas de aprender e ensinar com o NAVE, programa de inovação em educação que já formou mais de 2,5 mil jovens em 13 anos de atuação, com foco nas economias criativa e digital. Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, que oferece uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no Brasil. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público.
Lauriberto Braga
Enviado Especial ao Rio de Janeiro a convite do Oi Futuro.
Este ano, foram selecionados 48 projetos de sete estados (Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul) e Distrito Federal, que receberão apoio para realização em todas as regiões do Brasil ou para compor a programação do Centro Cultural Oi Futuro e de outros espaços do instituto de inovação e criatividade da Oi, como o Museu das Telecomunicações e o Lab Oi Futuro (foto Cristina Lacerda). Os projetos beneficiados do Ceará são a Feira da Música e o Festival Nordestino de Animação, Game e Web (Anima Ceará).
“A Oi acredita na arte como ponto de partida para o desenvolvimento de novos processos e inovação, por isso nos orgulhamos de ser uma das maiores patrocinadoras privadas da cultura brasileira”, disse Roberto Guimarães, gerente executivo do Oi Futuro aos jornalistas do Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte, Pará, Brasília e Rio Grande do Norte.
A seleção nacional traz novas propostas que combinam arte e tecnologia, como a primeira edição do FestAR – Festival de Realidade Aumentada (SP), o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show (SP), o festival Zona Mundi - Circuito Eletrônico de Som e Imagem (BA), Anima Ceará - Festival Nordestino de Animação, Game e Web (CE), a plataforma criativa Som sem Plugs (RN), o 6˚ Festival Kino Beat - Arte em Movimento (RS) e o festival Umbuzada + Q Sonora (BA), que vai promover shows, espetáculos multimídia e mostra audiovisual de produções nordestinas.
A seleção nacional também traz como marca a diversidade, que está no DNA de projetos como o Festival Mana - Edição Belém (PA), focado na produção artística feminina; a nova temporada da websérie “Punho Negro, a super-heroína baiana” (BA) e o festival Plural - Música e Diversidade (DF). Também foram contemplados nessa linha de apoio o Festival Se Rasgum (PA), Festival Amazônia Mapping (PA), Festival DoSol e Incubadora (RN), Semana Internacional de Música de São Paulo (SP), Favela Sounds 2019 - Festival Internacional de Cultura de Periferia (DF), Feira da Música (CE), Vamos ao Cinema! (DF), programa de formação de plateias, e o festival pernambucano Rec-Beat SP, que depois de 25 anos de sucesso em Recife ganhará sua primeira edição em São Paulo.
Programação do centro cultural - Para a programação do Centro Cultural Oi Futuro 2019/2020, foram selecionados projetos originais de artes visuais, digitais e integradas para ocupar as galerias e um conjunto de espetáculos inéditos, para adultos e crianças, a serem apresentados no teatro. Entre os selecionados estão a exposição “UNA(S)+”, que reúne artistas latino-americanas; mostra retrospectiva de Diana Domingues, pioneira da arte digital no Brasil; a individual “Periscópio indisciplinado”, do artista plástico Andre Severo, com curadoria de Paulo Herkenhoff; “Poesia Visual e Digital” e “Arte Pública”.
No teatro, o Oi Futuro anuncia para 2019/2020 os espetáculos “Sem palavras”, dirigido por Marcio Abreu, com colaboração de artistas como Renata Sorrah e Grace Passô; “A perna”, comédia escrita por Manuela Dias, com Deborah Bloch no elenco; “Guerra em Iperoig”, releitura de conflitos dos primórdios da História do Brasil, produzido por Camila Pitanga; “Deserto 2666 – O Último Bolaño”, adaptação da obra de Roberto Bolaño com direção de Luiz Felipe Reis; “Meu filho apenas caminha um pouco mais lento”, dirigido por Rodrigo Portella; “Julius Caesar”, adaptação de William Shakespeare que marca os 30 anos da Cia dos Atores; “O Som e a Fúria – Um Estudo sobre o Trágico”; “Bu!”, que combina instalação e performance para falar de sexualidade feminina a partir da ótica bem-humorada de uma boneca, entre outros. Também foram contemplados a 10ª edição do Tempo_Festival, o projeto “Segunda Black”, que reúne trabalhos de artistas negros em cena, e “Jantar Romântico – Encontro Binaural”, iniciativa de teatro participativo combinado com tecnologia.
Reforçando seu propósito de formação de plateias, o Oi Futuro também preparou uma programação teatral inédita voltada para a família, incluindo os seguintes espetáculos: “Bem no meio”, de Karen Acioly; “Manoel – O menino que carregava água na peneira”, adaptação da obra de Manoel de Barros dirigida por Duda Maia; “Meus dois pais”, baseada na obra infanto-juvenil de Walcyr Carrasco; “A menina Akili e seu tambor falante”, musical sobre cultura africana, com direção musical de Tim Rescala; “Lupita”, que explora a cultura mexicana para falar da morte com bom humor, “Corcunda - Dueto para Ator e Catedral Gótica”, adaptação multimídia de “O corcunda de Notre Dame”, e “Meu pai é um homem pássaro”, baseado no livro homônimo e premiado do britânico David Almond.
Para o Lab Oi Futuro, espaço inaugurado pelo instituto da Oi para a experimentação artística e a inovação, o edital selecionou os projetos: 9 º Festival Novas Frequências, principal evento de inovação musical na América do Sul; Corpas Sonoras, série de jam sessions de artistas LTQIs; AJO – Ritmos Contam Histórias, pesquisa musical de ritmos populares brasileiros; Semana PodSim, promovida pela primeira plataforma de podcasts produzidos por mulheres no Brasil; LabSonica Sounds & Talks, que terá bate-papos sobre o mercado da música; e o ciclo “Arte, Cidade, Patrimônio, Tecnologia”, que combinará mostra e seminário. Ainda há o projeto “Acessibilidade.Mov”, série de encontros e oficinas de dança e música para pessoas com deficiência apoiado pelo Museu das Telecomunicações.
Processo de seleção - O processo de seleção contou com uma comissão de avaliação independente, composta por especialistas de distintos campos do conhecimento e de origem regional diversa, e envolve também a participação de profissionais do Oi Futuro e da Oi. Através do programa, a Oi quer fomentar a produção artística inovadora, especialmente no campo da convergência entre arte, ciência e tecnologia, potencializando conexões que impulsionem novas ideias e experiências coletivas singulares. O programa também tem como objetivos promover oportunidades de colaboração, estimular a circulação da produção cultural brasileira por meios físicos e digitais e trabalhar acessibilidades para a ampliação de um público diverso e irrestrito.
Sobre o Oi Futuro - O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, funciona como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura, Inovação Social e Esporte. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Na Educação, o Oi Futuro investe em novas formas de aprender e ensinar com o NAVE, programa de inovação em educação que já formou mais de 2,5 mil jovens em 13 anos de atuação, com foco nas economias criativa e digital. Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, que oferece uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no Brasil. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público.
Lauriberto Braga
Enviado Especial ao Rio de Janeiro a convite do Oi Futuro.

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