Responsáveis por mais de 50% dos procedimentos de média e alta complexidade realizados à população cearense, as 47 Santas Casas do Estado operam no vermelho. De acordo com o número consolidado pela Federação das Misericórdias e Entidades Filantrópicas do Estado do Ceará (FEMICE), a dívida ultrapassou R$ 50 milhões em 2019.
“Nosso principal desafio hoje é não cortar serviços e honrar os nossos pagamentos”, ressalta o presidente da FEMICE, Marcos Granemann. Ele esteve em Brasília, pedindo apoio da bancada cearense na Câmara dos Deputados. Nesse sentido, foi entregue uma carta com as principais solicitações das unidades. Uma das alternativas é a aprovação de emendas parlamentares aplicáveis à saúde.
“As emendas são um suporte para o financiamento das entidades. Os custos sempre são superiores às receitas das Santas Casas. Elas funcionam como um complemento para esse déficit e ajudam as entidades na manutenção do seu funcionamento”, explica Granemann.
No ranking das dívidas, figuram em primeiro lugar os empréstimos bancários, no valor de R$ 19 milhões. Em segundo lugar estão os pagamentos de fornecedores, superando R$ 14 milhões.
Outros números - Somente em 2019, as 47 Santas Casas cearenses realizaram 51.588 procedimentos cirúrgicos das mais variadas especialidades, tais como, obstetrícia, pediátrica, cardiológica, neurológica, trauma/ortopédica, entre outras. O total de atendimentos atingiu 454.292.
No ano passado, o número de partos chegou a 19.013, índice superior aos 13.121 registrados em 2017. As unidades atualmente contam com 4.134 colaboradores (CLT), 537 prestadores de serviços e 686 médicos.
Congresso - O presidente da FEMICE, Marcos Granemann, também participa na Capital Federal do Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. O evento foi realizado, de 13 a 15 de agosto, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21.
Com o tema central “Setor Filantrópico: Reconstruindo a Saúde com o Brasil”, o encontro tem como objetivo promover debates de interesse do setor filantrópico de saúde, em busca de atualizar conhecimentos e apresentar ferramentas adequadas para a melhoria da gestão e superação das crises do setor.
“As emendas são um suporte para o financiamento das entidades. Os custos sempre são superiores às receitas das Santas Casas. Elas funcionam como um complemento para esse déficit e ajudam as entidades na manutenção do seu funcionamento”, explica Granemann.
No ranking das dívidas, figuram em primeiro lugar os empréstimos bancários, no valor de R$ 19 milhões. Em segundo lugar estão os pagamentos de fornecedores, superando R$ 14 milhões.
Outros números - Somente em 2019, as 47 Santas Casas cearenses realizaram 51.588 procedimentos cirúrgicos das mais variadas especialidades, tais como, obstetrícia, pediátrica, cardiológica, neurológica, trauma/ortopédica, entre outras. O total de atendimentos atingiu 454.292.
No ano passado, o número de partos chegou a 19.013, índice superior aos 13.121 registrados em 2017. As unidades atualmente contam com 4.134 colaboradores (CLT), 537 prestadores de serviços e 686 médicos.
Congresso - O presidente da FEMICE, Marcos Granemann, também participa na Capital Federal do Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. O evento foi realizado, de 13 a 15 de agosto, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21.
Com o tema central “Setor Filantrópico: Reconstruindo a Saúde com o Brasil”, o encontro tem como objetivo promover debates de interesse do setor filantrópico de saúde, em busca de atualizar conhecimentos e apresentar ferramentas adequadas para a melhoria da gestão e superação das crises do setor.

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