Como começar esta História de 78 anos de Vida?
Bem, lá nos idos de dois de dezembro de 1941 nascia Luzanira Teixeira Braga. Filha de Raimundo Teixeira e Maria Teixeira Braga. Pulo para 1962 quando dona Luzanira com 21 anos casou-se com Hildeberto Carneiro de Castro e se tornou Luzanira Braga Carneiro. Dai vieram sete filhos: Luziberto, Lauriberto, Luzirene, Laurilene, Lúcia, Pedro e Luciene.
Estou falando de minha mãe, que será sepultada nesta quinta-feira (cinco), às quatro da tarde, no Cemitério Parque da Saudade, em Caucaia. O velório acontece até meio dia na Rua Joaquim Leitão, 868 - Antônio Bezerra.
Mãe de sete filhos.
Mãe que deu exemplos.
Mãe que tinha um botequim na Rua Joaquim Leitão, 757 no velho Barro Vermelho (Antônio Bezerra).
Mãe que tinha um ponto de merenda no velho Mercado São Sebastião.
Mãe que dormiu na fila para me matricular no Grupo Escolar Antônio Bezerra, onde ela estudou.
Mãe que era a tia Didi para os meus primos.
Mãe que foi companheira de luta de seu Hildeberto que nos deixou há 14 anos.
Mãe que nos últimos dias estava serena mesmo com o estado gravíssimo.
Mãe que na última terça-feira (três), um dia depois de completar 78 anos, a vi numa unidade semi intensiva de tratamento com o olhar distante, mas sem desconhecer ninguém.
Uma mãe que me ensinou o bê a bá.
Mãe que levo na lembrança as revendas da Avon...Eram caixas e caixas chegando de produtos que ela vendia.
Aliás, dona Luzanira era uma vendedora exímia.
Claro que são estas as memórias que guardo dela.
Da felicidade de eu ter passado no Vestibular para Jornalismo na Universidade Federal do Ceará (UFC) em janeiro de 1983.
Da felicidade dela de ter o primeiro filho formado em Jornalismo na festa de colação de grau pela UFC, no Ginásio Paulo Sarasate, em janeiro de 1987.
Lembro dos ensinamentos:
Sujou...lavou.
Vai para escola menino...
Respeite seus irmãos...
Não volte tarde. E olha que eu nem gostava muito de sair.
Uma mãe que deixa um legado muito grande de emoções vividas por mim ao longo de 54 anos e meio de convivência com ela.
Vai com Deus dona Luzanira Braga Carneiro...
Gostaria de agradecer a todas mensagens dirigidas a mim pela passagem de minha mãe. São quase três centenas e tomo a liberdade de reproduzir três.
Uma da estudante de Jornalismo Manuela Barroso:
"Lauriberto, meus mais sinceros sentimentos! Que você neste momento encontre forças para superar essa saudade. Sua mãe deveria ser igual a você: uma pessoa com um coração de ouro. Sem dúvidas ela foi muito feliz ao lado de um filho tão maravilhoso, como você"
Outra do jornalista André Capiberibe que na manhã desta quinta-feira (cinco), na abertura do Programa Sua Voz Sua Fortaleza pela Rádio Fortaleza FM 90.7 me transmitiu palavras lindas de conforto. Foram mais de cinco minutos de homenagem a dona Luzanira que dizia da bravura dela pela Vida.
Uma terceira mensagem de um companheiro espírita, o comunicador Nonato Albuquerque:
"Meus sentimentos. Que o Anjo da Guarda que tutelou sua vida terrena, seja o medicamentoso irmão de ajuda que a acolherá nesse momento de transe. Paz e bem".
Foram quase 300 mensagens de pessoas da minha mais alta estima. Obrigado a todos meus estudantes de Jornalismo, colegas professores da Estácio, pessoal da Sala dos Professores dos campi da Estácio (Centro, Via Corpvs e Moreira Campos), colegas de profissão, primos, parentes, filhos, esposa...
Leia também:
Morre dona Luzanira Braga Carneiro
Estou falando de minha mãe, que será sepultada nesta quinta-feira (cinco), às quatro da tarde, no Cemitério Parque da Saudade, em Caucaia. O velório acontece até meio dia na Rua Joaquim Leitão, 868 - Antônio Bezerra.
Mãe de sete filhos.
Mãe que deu exemplos.
Mãe que tinha um botequim na Rua Joaquim Leitão, 757 no velho Barro Vermelho (Antônio Bezerra).
Mãe que tinha um ponto de merenda no velho Mercado São Sebastião.
Mãe que dormiu na fila para me matricular no Grupo Escolar Antônio Bezerra, onde ela estudou.
Mãe que era a tia Didi para os meus primos.
Mãe que foi companheira de luta de seu Hildeberto que nos deixou há 14 anos.
Mãe que nos últimos dias estava serena mesmo com o estado gravíssimo.
Mãe que na última terça-feira (três), um dia depois de completar 78 anos, a vi numa unidade semi intensiva de tratamento com o olhar distante, mas sem desconhecer ninguém.
Uma mãe que me ensinou o bê a bá.
Mãe que levo na lembrança as revendas da Avon...Eram caixas e caixas chegando de produtos que ela vendia.
Aliás, dona Luzanira era uma vendedora exímia.
Claro que são estas as memórias que guardo dela.
Da felicidade de eu ter passado no Vestibular para Jornalismo na Universidade Federal do Ceará (UFC) em janeiro de 1983.
Da felicidade dela de ter o primeiro filho formado em Jornalismo na festa de colação de grau pela UFC, no Ginásio Paulo Sarasate, em janeiro de 1987.
Lembro dos ensinamentos:
Sujou...lavou.
Vai para escola menino...
Respeite seus irmãos...
Não volte tarde. E olha que eu nem gostava muito de sair.
Uma mãe que deixa um legado muito grande de emoções vividas por mim ao longo de 54 anos e meio de convivência com ela.
Vai com Deus dona Luzanira Braga Carneiro...
Gostaria de agradecer a todas mensagens dirigidas a mim pela passagem de minha mãe. São quase três centenas e tomo a liberdade de reproduzir três.
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"Lauriberto, meus mais sinceros sentimentos! Que você neste momento encontre forças para superar essa saudade. Sua mãe deveria ser igual a você: uma pessoa com um coração de ouro. Sem dúvidas ela foi muito feliz ao lado de um filho tão maravilhoso, como você"
Outra do jornalista André Capiberibe que na manhã desta quinta-feira (cinco), na abertura do Programa Sua Voz Sua Fortaleza pela Rádio Fortaleza FM 90.7 me transmitiu palavras lindas de conforto. Foram mais de cinco minutos de homenagem a dona Luzanira que dizia da bravura dela pela Vida.
Uma terceira mensagem de um companheiro espírita, o comunicador Nonato Albuquerque:
"Meus sentimentos. Que o Anjo da Guarda que tutelou sua vida terrena, seja o medicamentoso irmão de ajuda que a acolherá nesse momento de transe. Paz e bem".
Foram quase 300 mensagens de pessoas da minha mais alta estima. Obrigado a todos meus estudantes de Jornalismo, colegas professores da Estácio, pessoal da Sala dos Professores dos campi da Estácio (Centro, Via Corpvs e Moreira Campos), colegas de profissão, primos, parentes, filhos, esposa...
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