O maior tronco fóssil já encontrado na Bacia do Araripe foi resgatado do sítio Poço do Pau, na zona rural de Brejo Santo, para Santana do Cariri. Com cerca de 145 milhões de anos, do período Jurássico, o material está exposto em praça pública, próximo ao Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens.
O trabalho de resgate do tronco foi realizado por meio da Universidade Regional do Cariri (Urca), através do Geopark Araripe, Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens e da Prefeitura Municipal de Santana do Cariri, acompanhado por pesquisadores da área.
O reitor da Urca, Francisco do Ó Lima Júnior, afirma que a ação de resgate do fóssil de tronco de árvore tem vários objetivos, e o primeiro deles a valorização do acervo fossilífero da região, que além de diversificado é riquíssimo e demonstra, pelas características, ter de duas a três toneladas.
O trabalho de resgate do tronco foi realizado por meio da Universidade Regional do Cariri (Urca), através do Geopark Araripe, Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens e da Prefeitura Municipal de Santana do Cariri, acompanhado por pesquisadores da área.
O reitor da Urca, Francisco do Ó Lima Júnior, afirma que a ação de resgate do fóssil de tronco de árvore tem vários objetivos, e o primeiro deles a valorização do acervo fossilífero da região, que além de diversificado é riquíssimo e demonstra, pelas características, ter de duas a três toneladas.
Para ele, isso mostra convivência de uma flora diversificada, de espécime de sequóia na região, mais especificamente o processo de fossilização desse tronco. O reitor destaca a parceria estratégica da Urca, através do Geopark Araripe, Museu e a Prefeitura de Santana doimages/stories/fssil de tronco de arvore resgatado 5.jpgCariri, para a realização do resgate. A ação colaborativa tem como foco a valorização e a inserção dos fósseis em locais de maior visibilidade, chamando a atenção da importância do resgate, além da questão científica diante do grande roteiro que a região dispõe.
Segundo a paleontóloga e professora da Urca, Edenilce Peixoto Batista, a pretensão é realizar estudos sobre as microestruturas e as células que compõem esse tronco, que conduziam a água. Com isso, tentar identificar qual a espécie. Estudos preliminares dão conta que o tronco era da família da araucariácea, uma espécie de parente do Pinheiro do Paraná, mas isso se confirmará através do estudo dessas células.
Outras pesquisas estarão voltadas para a condução de água e ecologia da planta, a partir da observação das estruturas da espécie. Em pesquisa mais aprofundada poderá ser esclarecida até a idade da planta. De acordo com a pesquisadora, esse é o maior tronco fóssil já encontrado na Bacia do Araripe, devido às suas dimensões. Conforme observações iniciais, esse tipo de vegetação, gimnospermas coníferas, atualmente é mais comum na região sul e sudeste do Brasil,
Uma força-tarefa foi realizada para transporte das peças gigantes. O diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, Alysson Pinheiro, afirma que o embarque e desembarque foi feito em dois dias. Um caminhão realizou o transporte do fóssil. Ele disse que a ação também recebeu o patrocínio da FGF Ciência da Terra. “Eu tive a grande satisfação de acompanhar o resgate e a salvaguarda dessa peça que pode explicar como era a vegetação”, diz ele.
Segundo a paleontóloga e professora da Urca, Edenilce Peixoto Batista, a pretensão é realizar estudos sobre as microestruturas e as células que compõem esse tronco, que conduziam a água. Com isso, tentar identificar qual a espécie. Estudos preliminares dão conta que o tronco era da família da araucariácea, uma espécie de parente do Pinheiro do Paraná, mas isso se confirmará através do estudo dessas células.
Outras pesquisas estarão voltadas para a condução de água e ecologia da planta, a partir da observação das estruturas da espécie. Em pesquisa mais aprofundada poderá ser esclarecida até a idade da planta. De acordo com a pesquisadora, esse é o maior tronco fóssil já encontrado na Bacia do Araripe, devido às suas dimensões. Conforme observações iniciais, esse tipo de vegetação, gimnospermas coníferas, atualmente é mais comum na região sul e sudeste do Brasil,
Uma força-tarefa foi realizada para transporte das peças gigantes. O diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, Alysson Pinheiro, afirma que o embarque e desembarque foi feito em dois dias. Um caminhão realizou o transporte do fóssil. Ele disse que a ação também recebeu o patrocínio da FGF Ciência da Terra. “Eu tive a grande satisfação de acompanhar o resgate e a salvaguarda dessa peça que pode explicar como era a vegetação”, diz ele.



Comentários
Postar um comentário