Fui dormir cedo nesta sexta-feira (27) sem saber da morte de Daniel Azulay. Ele foi a décima vítima fatal pelo Novo Coronavírus no Rio de Janeiro.
Azulay morreu aos 72 anos de idade. Daniel Azulay nos embalou com seus desenhos pela Televisão.
Desenhista, pintor e cartunista, Daniel Azulay estava internado há 15 dias no Centro de Tratamento Intensivo da Clínica São Vicente, no Rio. Ele lutava contra uma leucemia que foi agravada pelo vírus Corona.
Encerro esta notícia com o depoimento de Cláudio Teran sobre Daniel Azulay:
"A CARREIRA - Em 1968, criou a tira de jornal Capitão Cipó, publicada no jornal Correio da Manhã, e os desenhos e o conteúdo o destacaram.
Nos anos 1970 e 1980 veio a projeção com a participação dele em programas educativos
da TV para públicos infantis. A Turma do Lambe Lambe (1975), na TV Cultura e
Bandeirantes, marcou.
E criou um estilo. A imagem dele ficou sempre associada a de um menino, e o visual clássico fez parte do imaginário de gerações.
Influenciou de forma construtiva a geração dos anos 1980 que aprendeu com ele a
desenhar, construir brinquedos com sucata doméstica, e a valorizar a reciclagem e a
sustentabilidade do Meio Ambiente.
Depois da Turma do Lambe Lambe continuou trabalhando em programas e projetos na Internet, sempre focados na temática infantil.
Em seus últimos trabalhos estimulava a cultura de paz, do diálogo e da não violência.
Daniel Azulay também associou o nome a vários projetos sociais. Dizia que a tragédia brasileira que não tinha fim, não importava quem nos governasse, é a desigualdade.
EPITÁFIO - "O Brasil só será melhor quando igualar o seu povo pela Educação. Todos os nossos males e tragédias estão na desigualidade, não adianta ideologia, isso não muda. Eu vou morrer sem ver o fim da desigualidade..."
1947 - 2020".
EVALDO LIMA - O vereador Evaldo Lima (PCdoB) lamenta a morte de Daniel Azulay:
-Muito triste com o falecimento por Convid-19 de Daniel Azulay. Muitos não sabem quem ele foi. Eu sei bem e sinto morrer junto um pouco do menino que um dia fui".
Nos anos 1970 e 1980 veio a projeção com a participação dele em programas educativos
da TV para públicos infantis. A Turma do Lambe Lambe (1975), na TV Cultura e
Bandeirantes, marcou.
E criou um estilo. A imagem dele ficou sempre associada a de um menino, e o visual clássico fez parte do imaginário de gerações.
Influenciou de forma construtiva a geração dos anos 1980 que aprendeu com ele a
desenhar, construir brinquedos com sucata doméstica, e a valorizar a reciclagem e a
sustentabilidade do Meio Ambiente.
Depois da Turma do Lambe Lambe continuou trabalhando em programas e projetos na Internet, sempre focados na temática infantil.
Em seus últimos trabalhos estimulava a cultura de paz, do diálogo e da não violência.
Daniel Azulay também associou o nome a vários projetos sociais. Dizia que a tragédia brasileira que não tinha fim, não importava quem nos governasse, é a desigualdade.
EPITÁFIO - "O Brasil só será melhor quando igualar o seu povo pela Educação. Todos os nossos males e tragédias estão na desigualidade, não adianta ideologia, isso não muda. Eu vou morrer sem ver o fim da desigualidade..."
1947 - 2020".
EVALDO LIMA - O vereador Evaldo Lima (PCdoB) lamenta a morte de Daniel Azulay:
-Muito triste com o falecimento por Convid-19 de Daniel Azulay. Muitos não sabem quem ele foi. Eu sei bem e sinto morrer junto um pouco do menino que um dia fui".




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