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Desocupação cresce em 12 Estados no 1º Trimestre

A taxa de desocupação do Brasil no 1º trimestre de 2020 (janeiro, fevereiro e março) é de 12,2%, subindo 1,3 pontos percentuais em relação ao 4º trimestre de 2019 (11,0%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (12,7%), houve queda de 0,5 ponto percentual.


As maiores taxas foram observadas na Bahia (18,7%), Amapá (17,2%), Alagoas e Roraima (16,5%) e as menores em Santa Catarina (5,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Paraná (7,9%).

No primeiro trimestre de 2020, a taxa de desocupação foi estimada em 10,4% para os homens e 14,5% para as mulheres. A taxa de desocupação das pessoas que se declararam brancas (9,8%) ficou abaixo da média nacional; porém a das pretas (15,2%) e a das pardas (14,0%) manteve-se acima.

No 1º Trimestre de 2020, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 24,4%. O Piauí (45,0%) apresentou a estimativa mais alta, seguido pelo Maranhão (41,9%) e Bahia (39,9%). Por outro lado, os estados onde foram observadas as menores taxas foram: Santa Catarina (10,0%), Mato Grosso (14,8%) e Rio Grande do Sul (15,9%).

O número de desalentados foi de 4,8 milhões de pessoas de 14 anos ou mais. O maior contingente estava na Bahia (778 mil), que respondia por 16,3% do contingente nacional. 

O percentual de pessoas desalentadas (em relação à população na força de trabalho ou desalentada) no 1º trimestre de 2019 foi de 4,3%, crescendo 0,2% na comparação com o 4º trimestre de 2019 e estável em relação ao 1º trimestre de 2019. Maranhão (17,8%) e Alagoas (15,5%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (0,8%) e Rio de Janeiro (1,2%), os menores.

O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 75,0% do total de empregados no setor privado do país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (88,8%), Paraná (82,1%), São Paulo e Distrito Federal, ambos 81,2%, e os menores, no Maranhão (48,3%), Piauí (53,9%) e Pará (54,5%).

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria era de 26,2%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Amapá (39,5%), Pará (35,2%) e Amazonas (34,3%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,3%), São Paulo (21,9%) e Santa Catarina (22,9%).

Em relação ao tempo de procura, no Brasil, no primeiro trimestre de 2020, 45,5% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 23,9%, há dois anos ou mais, 12,6%, de um ano a menos de dois anos e 18,0%, há menos de um mês. No Brasil, 3,1 milhões de pessoas procuram trabalho há 2 anos ou mais; essa estimativa representa queda de 7,4% em relação ao primeiro trimestre de 2019.

A taxa de informalidade para o Brasil ficou em 39,9% (36,8 milhões) da população ocupada. Entre as unidades da federação, as maiores taxas foram registradas no Pará (61,4%) e Maranhão (61,2%) e as menores em Santa Catarina (26,6%) e Distrito Federal (29,8%).

Bahia (18,7%) teve a maior taxa de desocupação do 1º trimestre de 2020 - A taxa de desocupação do país no 1º trimestre de 2020 foi de 12,2%, subindo 1,3 pontos percentuais em relação ao 4º trimestre de 2019 (11,0%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (12,7%), houve queda de 0,5 p.p. As maiores taxas foram observadas na Bahia (18,7%), Amapá e Roraima (16,5%), e as menores em Santa Catarina (5,7%), Mato Grosso do Sul (6,5%) e Paraná (7,9%).

Considerando-se as variações estaticamente significativas em relação ao trimestre anterior, a taxa de desocupação cresceu em 12 unidades da federação, permanecendo estável nas demais. As altas mais acentuadas foram registradas nos estados do Maranhão (3,9 p.p.), Alagoas (2,9 p.p.) e Rio Grande do Norte (2,7 p.p.).

Já em relação ao mesmo trimestre de 2019, houve aumento na taxa de desocupação apenas na Paraíba (2,7 p.p.), queda no Acre (-4,5 p.p), Mato Grosso do Sul (-1,8 p.p.), Pernambuco (-1,6 p.p.), Santa Catarina (-1,6 p.p.), São Paulo (-1,3 p.p.) e Paraná (-0,9 p.p.). Nas demais unidades da federação houve estabilidade.
Taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade, por UF (%)
UFValor
Santa Catarina5,7
Mato Grosso do Sul7,6
Paraná7,9
Rio Grande do Sul8,3
Rondônia8,4
Mato Grosso8,5
Pará10,6
Espírito Santo11,1
Tocantins11,2
Goiás11,3
Minas Gerais11,5
Ceará12,1
Brasil12,2
São Paulo12,2
Acre13,5
Distrito Federal13,6
Piauí13,7
Paraíba13,8
Amazonas14,5
Pernambuco14,5
Rio de Janeiro14,5
Rio Grande do Norte15,4
Sergipe15,5
Maranhão16,1
Roraima16,5
Alagoas16,5
Amapá17,2
Bahia18,7
Taxa de desocupação chegava 34,1% entre jovens nordestinos - No 1º trimestre de 2020, a taxa de desocupação foi estimada em 10,4% para os homens e 14,5% para as mulheres. Lembrando que a taxa total para este período ficou em 12,2%.
A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade, (27,1%), apresentou patamar elevado em relação à taxa média total (12,2%). Este comportamento foi verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco Grandes Regiões, com destaque para o Nordeste, onde a estimativa foi de 34,1%.
A taxa de desocupação para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto, 20,4%, era superior à verificada para os demais níveis de instrução. Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 14,0%, mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo, 6,3%.
A taxa de desocupação por cor ou raça mostrou que a taxa dos que se declararam brancos (9,8%) ficou abaixo da média nacional; porém a dos pretos (15,2%) e a dos pardos (14,0%) manteve-se acima. No 1º trimestre de 2012, quando a taxa média foi estimada em 7,9%, a dos pretos correspondia a 9,6%; a dos pardos a 9,1% e a dos brancos era 6,6%.
Piauí (45,0%) tem a maior taxa de subutilização do 1º trimestre - No 1º trimestre de 2020, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 24,4%. O Piauí (45,0%) apresentou a estimativa mais alta, seguido pelo Maranhão (41,9%) e Bahia (39,9%). Por outro lado, os estados onde foram observadas as menores taxas foram: Santa Catarina (10,0%), Mato Grosso (14,8%) e Rio Grande do Sul (15,9%).
Taxa composta de subutilização da força de trabalho das pessoas de 14 anos ou mais de idade, por Unidades da federação (%) - 1º trimestre de 2020
UFValor
Santa Catarina10,0
Mato Grosso14,8
Rio Grande do Sul15,9
Paraná16,1
Mato Grosso do Sul17,5
Rondônia18,1
Espírito Santo18,9
Goiás19,6
São Paulo20,3
Rio de Janeiro21,0
Distrito Federal22,9
Minas Gerais23,4
Brasil24,4
Tocantins26,0
Pará27,2
Amazonas28,5
Pernambuco29,8
Ceará30,3
Amapá30,5
Roraima30,8
Acre32,1
Paraíba35,1
Sergipe35,9
Rio Grande do Norte36,5
Alagoas38,2
Bahia39,9
Maranhão41,9
Piauí45,0
Amapá (39,5%) tem a maior proporção de trabalhadores por conta própria - O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria era de 26,2%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Amapá (39,5%), Pará (35,2%) e Amazonas (34,3%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,3%), São Paulo (21,9%) e Santa Catarina (22,9%).
Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de
referência como conta própria, por Unidade da federação (%) - 1º trimestre 2020
UFValor
Distrito Federal19,3
São Paulo21,9
Santa Catarina22,9
Paraná24,4
Mato Grosso do Sul24,7
Minas Gerais24,9
Goiás25,4
Espírito Santo25,6
Rio Grande do Sul25,9
Mato Grosso26,1
Brasil26,2
Tocantins27,1
Alagoas27,3
Sergipe27,8
Roraima27,9
Rio Grande do Norte28,5
Rio de Janeiro28,6
Pernambuco29
Ceará29,1
Bahia29,7
Rondônia30,2
Paraíba30,4
Piauí32,5
Acre32,7
Maranhão32,8
Amazonas34,3
Pará35,2
Amapá39,5
Santa Catarina (88,8%) tem o maior percentual de trabalhadores com carteira no setor privado - O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 75,0% do total de empregados no setor privado do país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (88,8%), Paraná (82,1%), São Paulo e Distrito Federal, ambos 81,2%, e os menores, no Maranhão (48,3%), Piauí (53,9%) e Pará (54,5%).
Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana
de referência como empregado COM carteira entre os empregados
do setor privado, por Unidades da federação (%) - 1º trimestre 2020
UFValor
Maranhão48,3
Piauí53,9
Pará54,5
Ceará59,3
Paraíba60,0
Bahia60,0
Sergipe60,6
Tocantins61,8
Alagoas63,7
Roraima64,7
Rio Grande do Norte65,0
Amazonas65,1
Pernambuco65,4
Acre65,6
Rondônia69,4
Amapá72,0
Goiás72,7
Espírito Santo73,4
Mato Grosso do Sul74,8
Brasil75,0
Mato Grosso76,6
Minas Gerais76,7
Rio de Janeiro80,7
Rio Grande do Sul80,9
Distrito Federal81,2
São Paulo81,2
Paraná82,1
Santa Catarina88,8
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Em relação ao tempo de procura, no Brasil, 45,5% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 23,9%, há dois anos ou mais, 12,6%, de um ano a menos de dois anos e 18,0%, há menos de um mês. No Brasil, 3,1 milhões de pessoas procuram trabalho há 2 anos ou mais; essa estimativa representa queda de 7,4% em relação ao primeiro trimestre de 2019.
Pessoas de 14 anos ou mais de idade, desocupadas na semana de referência,
por tempo de procura - BRASIL - 1º Trimestre 2020
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A taxa de informalidade 1° trimestre 2020 ficou em 39,9% (36,8 milhões de pessoas) da população ocupada. Entre as unidades da federação, as maiores taxas foram registradas no Pará (61,4%) e Maranhão (61,2%) e as menores em Santa Catarina (26,6%) e Distrito Federal (29,8%). Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; Empregador sem registro no CNPJ; Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; Trabalhador familiar auxiliar.
Taxa de informalidade da população de 14 anos ou mais de idade,
ocupada na semana de referência, por Unidades da Federação (%) - 1º trimestre de 2020
UFValor
Pará61,4
Maranhão61,2
Amazonas58,9
Piauí58,8
Ceará53,8
Bahia52,9
Amapá52,5
Acre51,9
Sergipe51,8
Paraíba51,3
Pernambuco48,4
Rondônia48,3
Alagoas47,2
Roraima45,1
Rio Grande do Norte45,0
Tocantins43,9
Espírito Santo41,5
Goiás40,4
Brasil39,9
Mato Grosso39,8
Mato Grosso do Sul39,1
Minas Gerais38,1
Rio de Janeiro37,3
Rio Grande do Sul33,0
Paraná31,9
São Paulo30,5
Distrito Federal29,8
Santa Catarina26,6
Na comparação trimestral, rendimento médio cresce 2,2% na região Sudeste - O rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.398, no Brasil. Este resultado apresentou estabilidade tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.371) quanto em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.378). Apenas a região Sudeste (R$ 2.776) teve crescimento do rendimento médio real (2,2%) na comparação trimestral, enquanto as demais permaneceram estáveis.
Com informações da Agência IBGE Notícias.

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