A gestora de pessoas e sócia-diretora da Vivaz Soluções em Recursos Humanos (RH), Maria Souza, lembra, “como se reinventar na crise e sobreviver? O momento é desafiador, mas também pode ser de oportunidades”.
Demissões, trabalhadores em regime home office e diminuição de salários são alguns dos efeitos da pandemia do Coronavírus no mercado de trabalho. O Cenário forçou empresas a repensarem seus modelos de trabalho e muitos profissionais (principalmente os autônomos) se viram diante de um dilema: “Como se manter equilibrado e não fechar as portas?”.
Para Maria Souza, é preciso analisar a situação por meio de quatro aspectos: financeiro, relacionamentos, desenvolvimento e Saúde Mental.
- Estamos em uma guerra de existência, sobrevivência e saúde. As empresas precisam ter a garantia de que os resultados obtidos em formato remoto, mantenham o faturamento de pelo menos igual ao último período. Aqui falo apenas de resultados, mas para isso, muito deve ser analisado”, afirma a sócia-diretora da Vivaz, Maria Souza (foto).
Enfim, a crise está ai! Mas e quando ela passar, você estará preparado? Muitos empresários sabem que é necessário apertar o cinto, não tem saída, mas alguns deles, não só estão cortando custos, mas estão se preparando para uma empresa mais forte, consistente, inovadora e mais competitiva.
O sistema de regimento Lockdown impacta diretamente nos negócios, e sobrecarrega as empresas com o aumento de dívidas e a escassez dos lucros.
- Todos nós sofremos com o fechamento total do Comércio, atingindo diretamente os colaboradores. Somos uma cadeia, entre colaboradores e empresas, estamos nós, as empresas de Recursos Humanos, tendo de lidar com situações novas e procurando apoiar o RH e diretores das empresas clientes, a terem vistas investimentos a média e longo prazo", completa Maria Souza.
- A Vivaz Soluções é um exemplo. Durante a Pandemia, quando pensamos em investir pouco menos, devido ao formato híbrido, tivemos maior retorno de análise de propostas, mais tempo para lidar com prospecções, novos contatos foram feitos, e principalmente, mais seleções foram acrescentadas às empresas, como investimentos futuros. Ainda é tempo de analisar todo o parâmetro da crise, e saber, como e por onde iniciar o investimento ou as possíveis contenções de custos”, finaliza Maria Souza.

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