O Movimento Proparque chama amigos e simpatizantes para sua comemoração de 27 anos em prol do Parque Rio Branco, neste domingo (4), das 9h30 às 12 horas, no Piquenique Domingo no Parque, entrada principal pela Avenida Pontes Vieira.
Constam da programação uma roda de conversa sobre a trajetória da entidade, as vitórias já alcançadas e suas dificuldades para a prefeitura manter aquele espaço público.
- Teremos também um pastoril representado pelo Grupo Artístico Trevo e o relançamento do Projeto Livro em Movimento, que empresta livros de qualidade, sob o lema leve, leia e devolva. Dada a pandemia, o projeto ficou suspenso por dois anos. Com o relançamento, adota agora também troca de livros, desde que tenham conteúdo relevante e estejam em boas condições de uso", destaca o jornalista Ademir Costa.
ORIGEM - A entidade fez sua primeira reunião em primeiro de novembro de 1995, diante da agressão de construtoras que passaram a colocar entulho de construção no parque, no ano anterior. Os moradores reagiram contra e criaram a ONG que, desde então, assumiu como guardiã do parque, a fim de mantê-lo limpo e bem preservado como Zona de Preservação Ambiental [ZPA], status que lhe é conferido pelo atual Plano Diretor de Fortaleza e por leis anteriores. O parque foi criado em 1976, pelo prefeito Evandro Aires de Moura.
PROBLEMAS - Na sua ação de mobilizar os moradores em torno das urgências do parque, o Movimento realiza várias ações, entre elas o Piquenique Domingo no Parque todo primeiro domingo de cada mês. O grande problema é a deficiente manutenção do logradouro como ZPA e como ambiente de lazer. A entidade apoia iniciativas boas como Tai Chi, Ioga, aulas de música pelo Grupo Pifarada Urbana, caminhada e outros exercícios físicos, mas a deterioração dos equipamentos, pela falta de manutenção, dificulta essas práticas.
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