A expectativa para os empresários é que a Portaria 50/2022, do Ministério de Minas e Energia (MME), dê liberdade para que eles possam escolher quem deve fornecer a Energia Elétrica para suas Empresas, deixando para trás a relação de dependência em relação às Concessionárias (Mercado Cativo). A expectativa é que, a partir de janeiro de 2024, a liberação permita que 106 mil Unidades Consumidoras de Alta Tensão (até 500kW) migrem para o Mercado Livre.
- Incontáveis consumidores, por ainda não terem 500 kW de Demanda, estavam impedidos de migrar para o Mercado Livre. Mas agora podem, diante dessa Portaria que abre o Mercado Consumidor para, por exemplo, Padarias, Supermercados, Restaurantes, Academias de Ginásticas e Postos de Gasolina. Todos, agora, têm opção para reduzir o Custo da Energia Elétrica, podendo migrar para o Mercado Livre", comemora o CEO da Kroma Energia, Rodrigo Mello.
Economia no Ambiente de Contratação Livre - Segundo informações da Associação Brasileira de Comercializadores de Energia (Abraceel), o Ambiente de Contratação Livre (ACL), ano passado, proporcionou Economia de R$ 41 bilhões. Nos últimos 20 anos, são R$ 339 bilhões acumulados. Já informações preliminares da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apontam que os números positivos do Consumo de Energia, no Brasil, vem justamente do Mercado Livre. Segundo o site da CCEE, o Ambiente utilizou 7,2% mais Energia em 2022 que em 2021, num total de 24.496 MW médios. O Segmento já representa 36,4% de todo o Consumo Nacional. Destaque para os Setores de:
- Serviços (16,2%).
- Madeira, Papel e Celulose (12,7%).
- Comércio (10,5%).

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