A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) recebeu, nesta quinta-feira (18.9), a Caravana BNDES Brasil Soberano, iniciativa que percorre o país apresentando as medidas emergenciais do Governo Federal para apoiar empresas atingidas pelo aumento das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos. O encontro reuniu empresários, lideranças industriais e técnicos do banco para discutir crédito, preservação de empregos e alternativas de mercado.
O presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, destacou que o Ceará é um dos estados mais expostos aos efeitos do tarifaço, já que cerca da metade das exportações locais tem como destino o mercado norte-americano. “São setores como o aço, o pescado, a cera de carnaúba, a castanha e a água de coco, que juntos sustentam milhares de empregos. É fundamental que possamos contar com instrumentos de crédito e apoio emergencial para proteger essas cadeias produtivas”, afirmou.
O chefe do Departamento de Relacionamento do BNDES, Arthur Rezende, explicou a missão designada ao banco de executar o braço de crédito do Plano Brasil Soberano, com foco em preservar empresas e postos de trabalho. “Nosso objetivo é apoiar os exportadores mais impactados pelo aumento das tarifas americanas, garantindo manutenção da atividade econômica, preservação de empregos e adaptação produtiva. Teremos medidas emergenciais para assegurar liquidez, além de mecanismos para diversificação de mercados internacionais”, disse.
O Plano Brasil Soberano está estruturado em três eixos: fortalecimento do setor produtivo, proteção ao trabalhador e diplomacia comercial. Entre as medidas estão linhas de crédito emergenciais com funding de R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE), prorrogação de prazos do regime de drawback, diferimento de tributos, apoio em compras públicas, modernização do sistema de exportação e ampliação de fundos garantidores.
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O presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, destacou que o Ceará é um dos estados mais expostos aos efeitos do tarifaço, já que cerca da metade das exportações locais tem como destino o mercado norte-americano. “São setores como o aço, o pescado, a cera de carnaúba, a castanha e a água de coco, que juntos sustentam milhares de empregos. É fundamental que possamos contar com instrumentos de crédito e apoio emergencial para proteger essas cadeias produtivas”, afirmou.
O chefe do Departamento de Relacionamento do BNDES, Arthur Rezende, explicou a missão designada ao banco de executar o braço de crédito do Plano Brasil Soberano, com foco em preservar empresas e postos de trabalho. “Nosso objetivo é apoiar os exportadores mais impactados pelo aumento das tarifas americanas, garantindo manutenção da atividade econômica, preservação de empregos e adaptação produtiva. Teremos medidas emergenciais para assegurar liquidez, além de mecanismos para diversificação de mercados internacionais”, disse.
O Plano Brasil Soberano está estruturado em três eixos: fortalecimento do setor produtivo, proteção ao trabalhador e diplomacia comercial. Entre as medidas estão linhas de crédito emergenciais com funding de R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE), prorrogação de prazos do regime de drawback, diferimento de tributos, apoio em compras públicas, modernização do sistema de exportação e ampliação de fundos garantidores.
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Rezende ressaltou que a Caravana busca esclarecer critérios de elegibilidade e detalhar as modalidades operacionais. “É importante que as empresas compreendam o que precisam fazer para acessar os recursos, quais as condições oferecidas e como podem adaptar sua produção à nova realidade de mercado”, acrescentou.
O técnico do BNDES, Sômulo Mafra, do Departamento de Enfrentamento de Eventos Extremos, realizou uma apresentação sobre as condições das linhas emergenciais e complementares. Ele destacou que o programa conta com R$ 10 bilhões de recursos próprios do banco e contempla diferentes perfis de empresas.
- No caso do crédito emergencial, o apoio será voltado às necessidades de liquidez das empresas e oferecido por meio de agentes financeiros, com prazo de cinco anos e carência de dois anos. Já a modalidade de diversificação apoiará projetos voltados à adaptação da pauta exportadora e à abertura de novos mercados, com prazos de até sete anos. São soluções que buscam dar fôlego imediato, mas também preparar o setor produtivo para o futuro”, explicou.
Novos produtos para o Nordeste: Além das medidas emergenciais, o BNDES anunciou projetos voltados especificamente para a região. Rodrigo Almeida, gerente Nordeste do Departamento de Operações da Área de Operações e Canais Digitais do banco, apresentou o crédito destinado a capital de giro de pequenas e médias empresas, com limite de até R$ 300 milhões e prazo de cinco anos, e outro voltado ao reembolso de materiais industrializados em reformas, com prazo de sete anos.
Segundo Almeida, a iniciativa NIB Nordeste também tem avançado, com R$ 127 bilhões em projetos protocolados em áreas prioritárias da Nova Indústria Brasil.
Presenças: Também participaram da reunião Joaquim Rolim, gerente de Desenvolvimento Sustentável da FIEC; Karina Frota, presidente do Conselho de Relações Internacionais da FIEC e gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN); Osterno Júnior, presidente do Sindmóveis; além de outros representantes industriais.
O técnico do BNDES, Sômulo Mafra, do Departamento de Enfrentamento de Eventos Extremos, realizou uma apresentação sobre as condições das linhas emergenciais e complementares. Ele destacou que o programa conta com R$ 10 bilhões de recursos próprios do banco e contempla diferentes perfis de empresas.
- No caso do crédito emergencial, o apoio será voltado às necessidades de liquidez das empresas e oferecido por meio de agentes financeiros, com prazo de cinco anos e carência de dois anos. Já a modalidade de diversificação apoiará projetos voltados à adaptação da pauta exportadora e à abertura de novos mercados, com prazos de até sete anos. São soluções que buscam dar fôlego imediato, mas também preparar o setor produtivo para o futuro”, explicou.
Novos produtos para o Nordeste: Além das medidas emergenciais, o BNDES anunciou projetos voltados especificamente para a região. Rodrigo Almeida, gerente Nordeste do Departamento de Operações da Área de Operações e Canais Digitais do banco, apresentou o crédito destinado a capital de giro de pequenas e médias empresas, com limite de até R$ 300 milhões e prazo de cinco anos, e outro voltado ao reembolso de materiais industrializados em reformas, com prazo de sete anos.
Segundo Almeida, a iniciativa NIB Nordeste também tem avançado, com R$ 127 bilhões em projetos protocolados em áreas prioritárias da Nova Indústria Brasil.
Presenças: Também participaram da reunião Joaquim Rolim, gerente de Desenvolvimento Sustentável da FIEC; Karina Frota, presidente do Conselho de Relações Internacionais da FIEC e gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN); Osterno Júnior, presidente do Sindmóveis; além de outros representantes industriais.
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