Jornalistas, que elogiam Corridas de Rua:
Débora Arruda: Eu acho lindo quando a gente se encontra naquilo que menos esperava.
Eu sempre fui a criança avessa à corrida, aquela que fugia de qualquer brincadeira que envolvesse correr, pega-pega, esconde-esconde. Eu era a criança que ficava de canto, quieta, com vergonha de correr, com medo de cair, de me machucar. E, sem perceber, fui me afastando. Fui ficando escanteada, até nos intervalos da escola. Depois de ter passado por tantos esportes, de ter tentado tantas modalidades, de ter parado por tanto tempo por causa das lesões no joelho deixadas pelo vôlei, me vi diante da necessidade de voltar a me mover. E, entre tantas opções, o que estava mais próximo, mais possível, mais palpável, era a corrida. Baixei a guarda e comecei. E ali percebi que era mais do que um exercício. Não vou dizer que é o esporte da minha vida, porque o judô, o vôlei e a dança sempre terão espaço no meu coração, mas a corrida me ganhou. Ela me curou. Meu corpo respondeu, se adaptou, se recuperou, e a mente agradeceu. A corrida me devolveu a força que as lesões haviam levado. Hoje, se eu passo uma semana sem correr, o corpo reclama, a mente implora, a alma sente falta. E quando eu volto, é como se tudo ao meu redor voltasse a se encaixar no ritmo certo. Depois de dois meses parada, eu finalmente voltei. E pelas fotos, é inegável: voltei com o sorriso no rosto, com o coração leve, com a alma feliz. Obrigada, @andersonmonteiro1985 , por fazer parte dessa rotina, por dividir os treinos, por me incentivar e me empurrar de volta pra esse caminho que, sem eu perceber, também é meu. E desculpa pelas teimosias e loucuras. Correr é bom demais, com a @amassessoriaesportiva é melhor ainda".




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