Quem nunca se rendeu a um Cookie quentinho, com chocolate derretendo e aquele aroma irresistível saindo do forno?
No Dia da Gula, celebrado em 26 de janeiro, o doce ganha destaque e mostra, que, apesar da aparência simples, exige atenção técnica para chegar ao ponto ideal.
Segundo a Technomic Food Trends, produtos de confeitaria com apelo artesanal e comfort food seguem entre os mais desejados pelos consumidores, o que ajuda a explicar por que os Cookies continuam entre os favoritos, em versões clássicas ou mais criativas.
Segundo o chef de gastronomia da Prática, Rafael Fraga, o segredo está em respeitar cada etapa da produção.
Segundo o chef de gastronomia da Prática, Rafael Fraga, o segredo está em respeitar cada etapa da produção.
- O Cookie é um produto rápido de assar, mas extremamente sensível a erros de proporção, temperatura e processo. Muitas vezes, o problema é atribuído ao forno, quando na verdade começa bem antes, ainda na escolha dos ingredientes e na forma de preparo da massa”, explica.
Mas afinal, qual o segredo para acertar na produção de Cookies?
1 - Atenção à gordura, do tipo à temperatura: A escolha entre manteiga ou margarina interfere diretamente na textura do Cookie. Em excesso, a gordura faz o biscoito se espalhar demais, ficando fino, ressecado nas bordas e com aspecto oleoso. Em pouca quantidade, o efeito é o oposto, Cookies altos e com textura de bolo. Outro ponto crucial é a temperatura ideal, em torno de 18 °C, quando a gordura não está nem sólida nem mole demais, garantindo estabilidade à massa e melhor incorporação dos ingredientes.
2 - Equilíbrio nos açúcares muda tudo: O açúcar cristal é responsável pela crocância, enquanto o demerara contribui para uma textura mais macia. Ajustar essas proporções permite personalizar o produto conforme desejar. Para Cookies mais suaves, a redução do açúcar é uma estratégia eficiente.
3 - Chocolate certo evita Cookies enjoativos: chocolates com excesso de gordura podem comprometer o resultado final, deixando o Cookie oleoso após o forno. A recomendação é optar por chocolates com maior teor de cacau e menos gordura. Já nas versões com chocolate em pó ou achocolatado, é fundamental revisar o nível de açúcar da receita. O uso de cacau em pó puro ajuda a equilibrar sabor, aroma e custo, sem alterar a estrutura da massa.
4 - Bicarbonato ou fermento: receitas, que utilizam bicarbonato de sódio tendem a gerar Cookies mais espalhados e crocantes, enquanto o fermento químico contribui para uma textura mais macia.
5 - Processo bem-feito garante padrão e qualidade: pesagem precisa, descanso da massa sob refrigeração por no mínimo uma hora e cuidado para não desenvolver glúten em excesso, são etapas indispensáveis. Modelar a massa em bolinhas, padronizar o peso e usar papel manteiga ou mantas apropriadas também contribuem para um resultado uniforme.
Para quem vende, produz em escala ou trabalha profissionalmente com Cookies, o forno é um dos principais aliados do resultado final. Esse tipo de produto exige pré-aquecimento adequado, controle preciso de temperatura e estabilidade térmica, já que o tempo de cocção é curto, em média 12 minutos. Por isso, fornos profissionais fazem a diferença ao garantir padronização, maior produtividade e resultados mais consistentes.
Para o chef Rafael Fraga, entender esses cuidados é fundamental tanto para quem produz em escala quanto para quem gosta de colocar a mão na massa em casa.
Mas afinal, qual o segredo para acertar na produção de Cookies?
1 - Atenção à gordura, do tipo à temperatura: A escolha entre manteiga ou margarina interfere diretamente na textura do Cookie. Em excesso, a gordura faz o biscoito se espalhar demais, ficando fino, ressecado nas bordas e com aspecto oleoso. Em pouca quantidade, o efeito é o oposto, Cookies altos e com textura de bolo. Outro ponto crucial é a temperatura ideal, em torno de 18 °C, quando a gordura não está nem sólida nem mole demais, garantindo estabilidade à massa e melhor incorporação dos ingredientes.
2 - Equilíbrio nos açúcares muda tudo: O açúcar cristal é responsável pela crocância, enquanto o demerara contribui para uma textura mais macia. Ajustar essas proporções permite personalizar o produto conforme desejar. Para Cookies mais suaves, a redução do açúcar é uma estratégia eficiente.
3 - Chocolate certo evita Cookies enjoativos: chocolates com excesso de gordura podem comprometer o resultado final, deixando o Cookie oleoso após o forno. A recomendação é optar por chocolates com maior teor de cacau e menos gordura. Já nas versões com chocolate em pó ou achocolatado, é fundamental revisar o nível de açúcar da receita. O uso de cacau em pó puro ajuda a equilibrar sabor, aroma e custo, sem alterar a estrutura da massa.
4 - Bicarbonato ou fermento: receitas, que utilizam bicarbonato de sódio tendem a gerar Cookies mais espalhados e crocantes, enquanto o fermento químico contribui para uma textura mais macia.
5 - Processo bem-feito garante padrão e qualidade: pesagem precisa, descanso da massa sob refrigeração por no mínimo uma hora e cuidado para não desenvolver glúten em excesso, são etapas indispensáveis. Modelar a massa em bolinhas, padronizar o peso e usar papel manteiga ou mantas apropriadas também contribuem para um resultado uniforme.
Para quem vende, produz em escala ou trabalha profissionalmente com Cookies, o forno é um dos principais aliados do resultado final. Esse tipo de produto exige pré-aquecimento adequado, controle preciso de temperatura e estabilidade térmica, já que o tempo de cocção é curto, em média 12 minutos. Por isso, fornos profissionais fazem a diferença ao garantir padronização, maior produtividade e resultados mais consistentes.
Para o chef Rafael Fraga, entender esses cuidados é fundamental tanto para quem produz em escala quanto para quem gosta de colocar a mão na massa em casa.
- Quando respeitamos os ingredientes, o processo e o forno, o resultado aparece. Essas orientações valem para negócios que querem vender mais e com qualidade, mas também para quem faz Cookies em casa e quer chegar mais perto daquele resultado perfeito”, finaliza.
Para mais dicas de empreendedorismo, equipamentos e receitas, você pode acompanhar através do blog da Prática: https://blog.praticabr.com/
Sobre a Prática: A Prática é uma empresa brasileira líder na fabricação de equipamentos para food service. Com atuação global, combina tecnologia, design, eficiência energética e sustentabilidade, oferecendo soluções inovadoras para cozinhas profissionais, supermercados, indústrias e redes de alimentação em mais de 50 países.
Para mais dicas de empreendedorismo, equipamentos e receitas, você pode acompanhar através do blog da Prática: https://blog.praticabr.com/
Sobre a Prática: A Prática é uma empresa brasileira líder na fabricação de equipamentos para food service. Com atuação global, combina tecnologia, design, eficiência energética e sustentabilidade, oferecendo soluções inovadoras para cozinhas profissionais, supermercados, indústrias e redes de alimentação em mais de 50 países.

Comentários
Postar um comentário