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Academia Cearense de Economia discute Semiárido


Instituições contribuem com propostas para acelerar o Desenvolvimento do Ceará em Encontro preparatório de Seminário.

A Academia Cearense de Economia realizou nesta semana, o segundo encontro estratégico com representantes de diferentes setores da sociedade para ouvir contribuições que irão subsidiar o I Seminário de Estratégias para Acelerar o Desenvolvimento do Ceará. A iniciativa faz parte de uma etapa preparatória, cujo objetivo é identificar desafios concretos e oportunidades reais para o crescimento econômico do Estado.

De acordo com Mônica Clark, líder do grupo coordenador do seminário, o momento é fundamental para garantir que o evento tenha foco prático e efetivo. 

- Estamos ouvindo visões externas à academia para subsidiar a construção do Seminário. A ideia não é fazer apresentações institucionais, mas buscar respostas concretas para problemas concretos, discutindo caminhos e estratégias para acelerar o desenvolvimento do Ceará”, ressalta.

Entre as instituições convidadas, o Sistema FAEC-Senar apresentou um panorama do setor agropecuário cearense. Segundo Rogério Barbosa Soares, representante da entidade, as ações desenvolvidas impactam diretamente a Economia Rural. 

- Atuamos hoje em 126 municípios, com mais de 9 mil propriedades assistidas e mais de 300 técnicos em campo. Nosso foco é fortalecer o produtor rural, desde a assistência técnica e gerencial até a capacitação e inserção no mercado local e internacional”, afirma. 

Ele reforça, que;

- O Sistema FAEC-Senar é a casa do produtor rural e ele é o nosso patrão”.

A pauta da inovação esteve presente na discussão, com a participação da Associação Cearense de Inovação (ACI). A presidente Samya Angelim explica, que a entidade atua como um elo entre diferentes atores do ecossistema inovador. 

- Nosso trabalho é identificar necessidades, diagnosticar gargalos e apoiar iniciativas que promovam inovação de forma colaborativa. Não estamos reinventando a roda, estamos criando pontes para que startups, empreendedores e instituições avancem juntos”, pontua.

O Articulador da Unidade de Inteligência Estratégica do Sebrae Ceará, Felipe Cruz de Melo, ressaltou em sua apresentação o papel dos pequenos negócios como base da Economia Estadual. 

- Eles representam 95% das empresas, respondem por 54% dos empregos formais e movimentam cerca de 32,9% do PIB do Ceará. Precisamos olhar para esse tecido empresarial como uma infraestrutura estratégica”, destaca. 

Segundo Felipe Cruz, os principais desafios estão ligados à diversificação, especialização e aumento da capacidade produtiva, essenciais para ampliar a competitividade e o acesso a novos mercados.

As contribuições apresentadas no encontro servirão de base para a construção da Programação do Seminário, que pretende promover um debate qualificado e orientado para soluções práticas voltadas ao Desenvolvimento Sustentável do Ceará.

- Nosso papel é criar ideias, desenvolver temas e estimular estudos, para colaborar com o governo do estado”, frisa o presidente Sérgio Melo, seguido do vice-presidente da ACE, Célio Fernando. 

- Iremos discutir quais vetores podem acelerar o desenvolvimento do Ceará”.

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