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| Foto: Carmen Pompeu |
O pré-candidato a presidente Flávio Rocha (PRB) disse, nesta quinta-feira (17), em Fortaleza, que apoia o manifesto lançado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de união dos políticos de centro. "Eu me associo inteiramente, inclusive fui pioneiro neste esforço de fazer face aos dois extremos que nos remetem aos dois piores momentos de nossa história: a era da ditadura e a da recente destruição da economia brasileira", declarou, referindo-se ao período que o PT governou o País.
O presidenciável participou, ontem à noite, de um evento do seu grupo Brasil 200 (foto), que promove a ideologia liberal. Também participaram o líder do MBL, Kim Kataguiri, e Arthur Duval, youtuber do cana Mamãe Falei, que protagonizou em abril uma polêmica com Ciro Gomes (PDT), tendo supostamente levado um "pescotapa" do presidenciável pedetista.
Sobre o resultado ruim do emprego, mesmo a inflação abaixo da meta de 4,5% e com a taxa básica de juros na mínima histórica de 6,5%, Rocha afirma que o desafio está na área da microeconomia, das empresas. "Não adianta dar marretadas com intervencionismo na macroeconomia, através da taxa de câmbio e da taxa de juros, precisamos retomar a competitividade". De acordo com ele, questões trabalhistas e de direito do consumidor prendem as empresas em um processo burocrático.
Ainda na quinta, mais cedo, Flávio Rocha participou de uma caminhada no Centro de Fortaleza com apoiadores do Brasil 200.
O presidenciável participou, ontem à noite, de um evento do seu grupo Brasil 200 (foto), que promove a ideologia liberal. Também participaram o líder do MBL, Kim Kataguiri, e Arthur Duval, youtuber do cana Mamãe Falei, que protagonizou em abril uma polêmica com Ciro Gomes (PDT), tendo supostamente levado um "pescotapa" do presidenciável pedetista.
Sobre o resultado ruim do emprego, mesmo a inflação abaixo da meta de 4,5% e com a taxa básica de juros na mínima histórica de 6,5%, Rocha afirma que o desafio está na área da microeconomia, das empresas. "Não adianta dar marretadas com intervencionismo na macroeconomia, através da taxa de câmbio e da taxa de juros, precisamos retomar a competitividade". De acordo com ele, questões trabalhistas e de direito do consumidor prendem as empresas em um processo burocrático.
Ainda na quinta, mais cedo, Flávio Rocha participou de uma caminhada no Centro de Fortaleza com apoiadores do Brasil 200.

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