Hospital Israelita Brasileiro Albert Einstein diz que Jair Bolsonaro terá que fazer cirurgia de grande porte
Boletim médico sobre a saúde do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), divulgado às 10h15 desta segunda-feira (dez) indica que o candidato está em estado grave, permanece em terapia intensiva e terá que se submeter a uma cirurgia de grande porte.
"São Paulo, 10 de setembro de 2018 - 10h15
Passados quatro dias após o ferimento abdominal por arma branca, o estado do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, internado no Hospital Israelita Albert Einstein, ainda é grave e permanece em terapia intensiva.
O paciente tem uma colostomia, que foi feita em função de lesões graves do intestino grosso e delgado.
Será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia.
O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e em íleo paralítico (paralisia intestinal), que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais.
Ontem (domingo-nove), havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje.
Permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, cuidado de fisioterapia respiratória e motora, e alimentação exclusivamente parenteral (endovenosa).
Médicos Responsáveis:
Doutor Antônio Luiz Macedo, cirurgião
Doutor Leandro Echenique, clínico e cardiologista.
Diretor superintendente do Albert Einstein, doutor Miguel Cendoroglo".
Eis na integra o oitavo boletim deste a internado de Bolsonaro no Hospital Albert Einstein Sociedade Beneficente Israelita Brasileira, em São Paulo:
"São Paulo, 10 de setembro de 2018 - 10h15
Passados quatro dias após o ferimento abdominal por arma branca, o estado do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, internado no Hospital Israelita Albert Einstein, ainda é grave e permanece em terapia intensiva.
O paciente tem uma colostomia, que foi feita em função de lesões graves do intestino grosso e delgado.
Será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia.
O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e em íleo paralítico (paralisia intestinal), que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais.
Ontem (domingo-nove), havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje.
Permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, cuidado de fisioterapia respiratória e motora, e alimentação exclusivamente parenteral (endovenosa).
Médicos Responsáveis:
Doutor Antônio Luiz Macedo, cirurgião
Doutor Leandro Echenique, clínico e cardiologista.
Diretor superintendente do Albert Einstein, doutor Miguel Cendoroglo".
Leia também:

Comentários
Postar um comentário