Há 13 anos morria Hildeberto Carneiro de Castro.
Era 17 de outubro de 2005, quando morreu aos 77 anos de idade.
Nesta quarta-feira (17), a família lembra de Hildeberto com missa da saudade, às sete da noite, na paróquia de Jesus, Maria, José, em Antônio Bezerra.
Permitam-me escrever algumas linhas sobre meu pai.
"Ele era chamado pelos filhos (eu, Luziberto, Pedro, Luzirene, Laurilene, Lúcia e Luciene) de Coronel. Coronel pela altivez na nossa Educação.
Mas poderia ser chamado de pescador pelas águas do Mundaú e do Mucuripe, onde possuía os barcos Boa Esperança e São Luiz, que renderam tantos cangulos, pargos e cavalas.
Poderia ser chamado de administrador, que foi do Mercado São Sebastião.
Poderia ser chamado de torcedor sadio do Ceará Sporting Club.
Poderia ser chamado de simplesmente Pai.
Pai em todas as horas.
Nas fáceis, alegres; mas principalmente nas difíceis, tristes.
Estava sempre ali para nos acompanhar: nós filhos, netos, bisnetos e a sua companheira Luzanira Braga Carneiro.
Fica aqui meu registro de eterna gratidão, ao senhor Coronel, Pai....na lembrança desse sorriso aberto que encima esta crônica.
Lauriberto Carneiro Braga".
Era 17 de outubro de 2005, quando morreu aos 77 anos de idade.
Nesta quarta-feira (17), a família lembra de Hildeberto com missa da saudade, às sete da noite, na paróquia de Jesus, Maria, José, em Antônio Bezerra.
Permitam-me escrever algumas linhas sobre meu pai.
"Ele era chamado pelos filhos (eu, Luziberto, Pedro, Luzirene, Laurilene, Lúcia e Luciene) de Coronel. Coronel pela altivez na nossa Educação.
Mas poderia ser chamado de pescador pelas águas do Mundaú e do Mucuripe, onde possuía os barcos Boa Esperança e São Luiz, que renderam tantos cangulos, pargos e cavalas.
Poderia ser chamado de administrador, que foi do Mercado São Sebastião.
Poderia ser chamado de torcedor sadio do Ceará Sporting Club.
Poderia ser chamado de simplesmente Pai.
Pai em todas as horas.
Nas fáceis, alegres; mas principalmente nas difíceis, tristes.
Estava sempre ali para nos acompanhar: nós filhos, netos, bisnetos e a sua companheira Luzanira Braga Carneiro.
Fica aqui meu registro de eterna gratidão, ao senhor Coronel, Pai....na lembrança desse sorriso aberto que encima esta crônica.
Lauriberto Carneiro Braga".

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