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20 anos sem Hildeberto Carneiro de Castro

  Há 20 anos morria meu pai Hildeberto Carneiro de Castro. Faleceu em 17.10.2025. Tenho boas lembranças de meu pai. Ele me criou no Antônio Bezerra com férias na Praia da Baleia-Itapipoca. Deu-me Educação e fui fazer Jornalismo da UFC, onde me formei e fez Pós-Graduação em Comunicação na Unifor, ajudado por ele. Torcedor do Ceará, nunca foi ao estádio, mas acompanhava  todas temporadas do Ceará pelo Rádio. Administrador do Mercado São Sebastião encerrou sua carreira na Prefeitura de Fortaleza como fiscal sanitário. Pai de sete filhos, Hildeberto viveu até os 77 anos.

A meu pai Hildeberto

Sou pai e me sinto neste Dia dos Pais 2025 feliz pelos cinco filhos, que tive: Carminha (falecida). Cecília. Lauriberto. Clara. Pedro. Mas minha maior lembrança é de meu pai (Hildeberto Carneiro de Castro). Agora em outubro/2025 completa 20 anos de sua morte.  Seu Hildeberto (foto) foi pai de sete filhos: Luziberto. Lauriberto. Luzirene. Laurilene. Lucia. Pedro. Luciene. Viveu de 1928 a 2005. Foram intensos 77 anos. Sou muito agradecido a ele pelos ensinamentos da Vida. Desde as verdadeiras aulas de honestidade, dignidade... até os carões pelos erros cometidos.

Saudades...

Duas pessoas queridas morreram em 17 de outubro. A primeira, em 2005, há 18 anos, meu pai, Hildeberto Carneiro de Castro. A segunda, em 2016, há 7 anos, radialista Carlos Frederico Costa Carneiro (foto com Jones Cavalcante). Duas pessoas que me ensinaram o fazer viver intensamente tudo. Meu pai, Hildeberto, pelos ensinamentos eternos. Carlos Fred pelas longas conversas sobre Futebol, Carnaval e Antônio Bezerra.

17 anos sem Hildeberto Carneiro de Castro

Neste 17 de outubro há 17 anos morria meu pai, Hildeberto Carneiro de Castro (nome na lápide está gravado erroneamente como Hidelberto. Será corrigido). Fui no Cemitério no sábado (15) rezar por ele e por nós. Tenho as mais singelas lembranças do meu pai educador, trabalhador, torcedor do Ceará, pescador, administrador, pai...

16 anos da passagem de Seu Hildeberto

 Há 16 anos perdia terrenamente meu pai, Hildeberto Carneiro de Castro. Seu Hildeberto fez sua passagem, em 17 de outubro de 2005. E lá se vão 16 anos sem sua presença terrena. Mas eu e todos, que o admiram temos a certeza de sua presença nos guiando por caminhos certeiros. Tenho muitas lembranças dos ensinamentos dele. Foram ensinamentos para a vida. Austero, quando tinha que ser; e afável, na maioria das vezes. Agradeço sua criação para o trabalho, para os estudos e para vida. Agradeço pelas andanças da Praia do Mundaú para Praia da Baleia-Itapipoca, passando pelo Canãa. Pelo meu primeiro emprego como jornaleiro no Mercado São Sebastião. Pelo incentivo a ser jornalista. Pelo incentivo ao estágio no Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e o trabalho no Banco Mercantil de São Paulo. Pelo estimulo a trabalhar em Rádio, em Jornal e depois na Internet. Pela alegria quando fui ser professor universitário. São muitas lembranças boas do bairro Antônio Bezerra. Seu Hildeberto, você está sempr...

Na lembrança

  Se estivesse ainda na vida terrena, meu pai Hildeberto Carneiro de Castro (foto) estaria hoje (27 de julho) completando 93 anos. Nascido em 27 de julho de 1928, viveu terrenamente até 17 de outubro de 2005. Aqui lembranças da educação rígida, que ele aplicou a mim e aos meus seis irmãos (quatro mulheres e dois homens). Nos ensinou cedo o valor dos bens espirituais; e materiais também. Graças ao Coronel, como o chamávamos, começamos cedo a entender: Da vida.. Do Estudo... Do Trabalho... Lembro do seu orgulho de cada conquista dos sete filhos. Lembro da sua satisfação com cada vitória do Ceará. Lembro da sua satisfação em ouvir Rádio. Grande administrador, fiscal e pai.

40 Dias dos Pais

Neste domingo (9), Dia dos Pais 2020, completa 14 Dias dos Pais, que não terei oportunidade de abraçar fisicamente meu pai Hildeberto Carneiro de Castro. O último Dia dos Pais que passamos juntos, ele já doente, foi em 14 de agosto de 2005. Dois meses e quatro dias depois ele fez sua passagem (17 de outubro), aos 77 anos. Mas nesta crônica quero lembrar os 40 Dias dos Pais que passamos juntos.  Desde quando nasci em 1965 até sua partida em 2005 foram 40 segundos domingos de agostos festivos de Dias dos Pais. Todas as comemorações destes 40 Dias dos Pais foram alegres.  Melhor ainda quando lhe dei quatro netos.  Primeiro a Cecília Braga para o Dia dos Pais de 1991, pois Cecília nasceu em novembro de 1990. Segundo o Lauriberto Pompeu para o Dia dos Pais 1995, pois Lauriberto nasceu em janeiro de 1995. Terceiro, Clara Carneiro para o Dia dos Pais 1996, pois Clara nasceu em junho de 1996. Por último, Pedro Carneiro para Dia dos Pais 2000, pois Pedro nasc...

'Do alto nos ilumine...'

Tenho boas lembrança de meu pai. Hildeberto Carneiro de Castro nasceu em 27 de julho de 1928. Era época de Rio de Janeiro como capital brasileira. Coronel como gostava de ser chamado, Hildeberto é cria do Mundaú, depois Baleia. Duas belas praias cearenses. Diz ter sido pescador, mas verdadeiramente foi dono de barcos depois trazidos para o Mucuripe: Boa Esperança e São Luiz. Foi administrador do Mercado São Sebastião. Pai de sete filhos: Luziberto, Lauriberto, Luzirene, Laurilene, Lúcia, Pedro Humberto e Luciene. Ele nos deixou em outubro de 2005. Quantas saudades.  Saudades do Antônio Bezerra das casas na Hugo Victor e Joaquim Leitão. Saudades do Grupo Escolar Antônio Bezerra. Do campo do Chaparral. Do campo do Rio Branco, que está se transformando numa areninha. Saudade da Paróquia Jesus, Maria, José.  Saudades do botequim que a gente tinha. Do banho de mar na enseada do Mucuripe. Da descida do Morro de Santa Terezinha. Das férias no M...

Lembranças do 'Coronel', meu Pai...

Há 13 anos morria Hildeberto Carneiro de Castro. Era 17 de outubro de 2005, quando morreu aos 77 anos de idade. Nesta quarta-feira (17), a família lembra de Hildeberto com missa da saudade, às sete da noite, na paróquia de Jesus, Maria, José, em Antônio Bezerra. Permitam-me escrever algumas linhas sobre meu pai. " Ele era chamado pelos filhos (eu, Luziberto, Pedro, Luzirene, Laurilene, Lúcia e Luciene) de Coronel. Coronel pela altivez na nossa Educação. Mas poderia ser chamado de pescador pelas águas do Mundaú e do Mucuripe, onde possuía os barcos Boa Esperança e São Luiz, que renderam tantos cangulos, pargos e cavalas. Poderia ser chamado de administrador, que foi do Mercado São Sebastião. Poderia ser chamado de torcedor sadio do Ceará Sporting Club. Poderia ser chamado de simplesmente Pai. Pai em todas as horas. Nas fáceis, alegres; mas principalmente nas difíceis, tristes. Estava sempre ali para nos acompanhar: n ós filhos, netos, bisnetos e a sua co...

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