O ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) cobrou na manhã desta terça-feira (19), em Fortaleza, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) responda sobre a exoneração do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno publicada na edição deste terça do Diário Oficial da União.
Para Ciro Gomes o que está em jogo é o “padrão moral” que Bolsonaro prometeu em campanha, quando adotou a postura de “chibata moral da Nação".
“Se ele (Bolsonaro) era a chibata moral da Nação, agora o que tem que ser explicado concretamente é a extensão desse laranjal que envolve o filho dele, senador Flávio Bolsonaro (PSL-Rio), o cheque do Queiroz (motorista) – de R$ 25 mil, para a primeira-dama e o alegado empréstimo que Bosonaro teria feito com Queiroz e a ligação dele com as milícias”, disse Ciro em entrevista ao jornalista Eliomar de Lima.
Perguntado no aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, de onde embarcou para Brasília, se teria encerrado o voto de confiança ao Governo Bolsonaro afirmou que “Não. Pra mim não existe trégua. O que existe é que ele, tendo tido a maioria dos votos, tem direito de tomar pé do Governo”.
Sobre a Reforma da Previdência que o PDT debate no final da manhã desta terça-feira, em Brasília, Ciro diz que não "nenhuma chance do PDT apoiar a Reforma Previdência apontada pelo Governo Bolsonaro. Porque ela prejudica os trabalhadores, especialmente os mais humildes. Não é razoável que uma pessoa que trabalha de gravata num ambiente de ar-condicionado tenha a mesma idade mínima para se aposentar de um trabalhador rural do Nordeste. Isso não é razoável e não vamos aceitar isso em nenhuma hipótese”.
Para Ciro Gomes o que está em jogo é o “padrão moral” que Bolsonaro prometeu em campanha, quando adotou a postura de “chibata moral da Nação".
“Se ele (Bolsonaro) era a chibata moral da Nação, agora o que tem que ser explicado concretamente é a extensão desse laranjal que envolve o filho dele, senador Flávio Bolsonaro (PSL-Rio), o cheque do Queiroz (motorista) – de R$ 25 mil, para a primeira-dama e o alegado empréstimo que Bosonaro teria feito com Queiroz e a ligação dele com as milícias”, disse Ciro em entrevista ao jornalista Eliomar de Lima.
Perguntado no aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, de onde embarcou para Brasília, se teria encerrado o voto de confiança ao Governo Bolsonaro afirmou que “Não. Pra mim não existe trégua. O que existe é que ele, tendo tido a maioria dos votos, tem direito de tomar pé do Governo”.
Sobre a Reforma da Previdência que o PDT debate no final da manhã desta terça-feira, em Brasília, Ciro diz que não "nenhuma chance do PDT apoiar a Reforma Previdência apontada pelo Governo Bolsonaro. Porque ela prejudica os trabalhadores, especialmente os mais humildes. Não é razoável que uma pessoa que trabalha de gravata num ambiente de ar-condicionado tenha a mesma idade mínima para se aposentar de um trabalhador rural do Nordeste. Isso não é razoável e não vamos aceitar isso em nenhuma hipótese”.

Comentários
Postar um comentário