Em decisão monocrática, o desembargador relator Antônio Ivan Athié mandou soltar o ex-presidente Michel Temer (MDB) estava preso há quatro dias, na Polícia Federal (PF). no Rio de Janeiro. A decisão de Ivan Athié se antecipa ao posicionamento da turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região que estava marcada para quarta-feira (27). Temer saiu da PF no início da noite e seguiu para São Paulo.
O relator desembargador Athié mandou soltar também o ex-ministro das Minas e Energia, Moreira Franco; coronel João Baptista Lima Filho; Maria Rita Fratezi; e Carlos Roberto Costa, presos na Operação Descontaminação. Dois já já haviam sido soltos pela desembargadora Simone Schreiber: Carlos Jorge Zimmermann e Rodrigo Castro Alves Neves.
Temer, Moreira Franco, coronel Lima e os quatro outros foram presos pela Operação Lava Jato na quinta-feira (21) em mandados do juiz Marcelo Bretas.
Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, Temer é o “líder de uma organização criminosa” que se valeu de duas décadas atuando em cargos públicos para “transformar os mais diversos braços do Estado brasileiro em uma máquina de arrecadação de propinas”.
A prisão de Michel Temer tem relação com irregularidades em contratos para a construção da usina nuclear de Angra 3 . Segundo as investigações, o esquema criminoso envolvia pagamentos que superam R$ 1, 8 bilhão.
MDB - "O MDB entende que a decisão de hoje do desembargador Antônio Ivan Athié, do TRF 2 Região, reconstituiu a ordem, reconheceu a arbitrariedade e violação dos procedimentos tomados e restabeleceu as garantias constitucionais ao ex-presidente Michel Temer e ao ex-ministro Moreira Franco. O Partido espera que, a partir de agora, o curso das investigações se dê dentro da legalidade, com direito a defesa, até que a verdade seja restabelecida", destaca nota oficial do MDB..
Temer, Moreira Franco, coronel Lima e os quatro outros foram presos pela Operação Lava Jato na quinta-feira (21) em mandados do juiz Marcelo Bretas.
Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, Temer é o “líder de uma organização criminosa” que se valeu de duas décadas atuando em cargos públicos para “transformar os mais diversos braços do Estado brasileiro em uma máquina de arrecadação de propinas”.
A prisão de Michel Temer tem relação com irregularidades em contratos para a construção da usina nuclear de Angra 3 . Segundo as investigações, o esquema criminoso envolvia pagamentos que superam R$ 1, 8 bilhão.
MDB - "O MDB entende que a decisão de hoje do desembargador Antônio Ivan Athié, do TRF 2 Região, reconstituiu a ordem, reconheceu a arbitrariedade e violação dos procedimentos tomados e restabeleceu as garantias constitucionais ao ex-presidente Michel Temer e ao ex-ministro Moreira Franco. O Partido espera que, a partir de agora, o curso das investigações se dê dentro da legalidade, com direito a defesa, até que a verdade seja restabelecida", destaca nota oficial do MDB..

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