Confira pronunciamento oficial do governador do Ceará, Camilo Santana (PT), sobre o fim do motim de parte da Polícia Militar.
Nosso Estado viveu momentos difíceis nos últimos dias por conta de atos de violência e desrespeito às leis, decorrentes de um inaceitável e ilegal motim provocado por uma pequena parcela da Polícia Militar. Sempre procurei reconhecer o grande trabalho realizado pelos nossos profissionais da segurança pública, promovendo importantes melhorias na carreira, como apresentei na última proposta de reestruturação salarial, com um aumento de quase meio bilhão de reais na folha de pagamento nos próximos dois anos. Diante desses atos praticados no estado, minha determinação sempre foi de agirmos com absoluta firmeza, dentro da lei, para defender as famílias cearenses. Para isso, sempre contamos com o imprescindível apoio de todo o restante da tropa, aliada ao grande empenho e dedicação da nossa Polícia Civil, Bombeiros, Pefoce, Polícia Penal, além do Exército e Força Nacional. Ressalto ainda o papel fundamental dos poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público, na defesa intransigente da legalidade. Assim como Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil e Governo Federal. Ao final desse lamentável episódio, reafirmo que todos os processos abertos contra pessoas que infringiram a lei serão conduzidos respeitando o processo legal, sem possibilidade de anistia para quem praticou crimes e ameaçou a segurança da nossa população. Ninguém está acima da lei. Agradeço a todos os irmãos e irmãs cearenses que, mesmo em meio a um momento difícil e delicado, sempre confiaram no trabalho do governo e das instituições. Agradeço ainda aos colegas governadores de todo o país pela solidariedade e apoio. Continuarei valorizando nossos policiais e farei tudo o que estiver ao meu alcance para garantir mais segurança para os cearenses, nossa prioridade absoluta".
COLETIVA - Camilo Santana concederá entrevista coletiva nesta segunda-feira (2), às 16 horas, no Palácio da Abolição, sobre o encerramento do motim ocorrido no Ceará.
SARTO - O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (ALCE), José Sarto (PDT) disse que "foram 13 dias que deixaram os nove milhões de cearenses apreensivos. O fim do motim de parte dos policiais e bombeiros militares foi resultado de um esforço conjunto dos três poderes constituídos do Estado e diversas instituições. O Parlamento Cearense se empenhou nas negociações e, finalmente, o acordo foi aceito e formalizado. Os militares terão direito à ampla defesa, mas nenhum crime cometido durante o movimento paredista ficará sem punição".
"Cearenses,
Nosso Estado viveu momentos difíceis nos últimos dias por conta de atos de violência e desrespeito às leis, decorrentes de um inaceitável e ilegal motim provocado por uma pequena parcela da Polícia Militar. Sempre procurei reconhecer o grande trabalho realizado pelos nossos profissionais da segurança pública, promovendo importantes melhorias na carreira, como apresentei na última proposta de reestruturação salarial, com um aumento de quase meio bilhão de reais na folha de pagamento nos próximos dois anos. Diante desses atos praticados no estado, minha determinação sempre foi de agirmos com absoluta firmeza, dentro da lei, para defender as famílias cearenses. Para isso, sempre contamos com o imprescindível apoio de todo o restante da tropa, aliada ao grande empenho e dedicação da nossa Polícia Civil, Bombeiros, Pefoce, Polícia Penal, além do Exército e Força Nacional. Ressalto ainda o papel fundamental dos poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público, na defesa intransigente da legalidade. Assim como Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil e Governo Federal. Ao final desse lamentável episódio, reafirmo que todos os processos abertos contra pessoas que infringiram a lei serão conduzidos respeitando o processo legal, sem possibilidade de anistia para quem praticou crimes e ameaçou a segurança da nossa população. Ninguém está acima da lei. Agradeço a todos os irmãos e irmãs cearenses que, mesmo em meio a um momento difícil e delicado, sempre confiaram no trabalho do governo e das instituições. Agradeço ainda aos colegas governadores de todo o país pela solidariedade e apoio. Continuarei valorizando nossos policiais e farei tudo o que estiver ao meu alcance para garantir mais segurança para os cearenses, nossa prioridade absoluta".
COLETIVA - Camilo Santana concederá entrevista coletiva nesta segunda-feira (2), às 16 horas, no Palácio da Abolição, sobre o encerramento do motim ocorrido no Ceará.
SARTO - O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (ALCE), José Sarto (PDT) disse que "foram 13 dias que deixaram os nove milhões de cearenses apreensivos. O fim do motim de parte dos policiais e bombeiros militares foi resultado de um esforço conjunto dos três poderes constituídos do Estado e diversas instituições. O Parlamento Cearense se empenhou nas negociações e, finalmente, o acordo foi aceito e formalizado. Os militares terão direito à ampla defesa, mas nenhum crime cometido durante o movimento paredista ficará sem punição".
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