A Turma Nacional de Uniformização (TNU), ao firmar o Tema 324, reconheceu que os gastos com Educação e despesas médicas de Pessoas com Deficiência (PcD) podem ser deduzidos integralmente do Imposto de Renda, mesmo quando realizados em instituições de ensino regular. Essa decisão representa um salto significativo em inclusão e justiça fiscal, aliviando famílias que suportam custos elevados para garantir Educação Adaptada.
Segundo levantamento da mídia especializada, o Judiciário já vinha consolidando decisões no sentido de que despesas com instituições de ensino regular adaptadas ou inclusivas configuram tratamento essencial para pessoas com deficiência. Enquanto isso, no Brasil, milhares de famílias enfrentam mensalidades e custos complementares para prover o suporte necessário, recursos que agora ganham respaldo jurídico para serem abatidos no Imposto de Renda.
Para que o direito seja exercido com segurança, é fundamental que os contribuintes organizem documentos precisos: laudo médico comprobatório, recibos discriminados e contrato ou declaração da instituição que evidencie a adaptação ou o suporte prestado. A Receita Federal, embora ainda adote posicionamentos mais restritivos, vem sendo pressionada pela uniformização jurisprudencial.
Esse precedente fortalece não apenas a cidadania fiscal, mas também o compromisso do país com os princípios constitucionais de igual dignidade e do direito à educação para todos. A imprensa, o poder público e a sociedade civil têm papel decisivo ao amplificar esse avanço e garantir que ele se traduza em benefícios concretos para quem mais precisa.
Para que o direito seja exercido com segurança, é fundamental que os contribuintes organizem documentos precisos: laudo médico comprobatório, recibos discriminados e contrato ou declaração da instituição que evidencie a adaptação ou o suporte prestado. A Receita Federal, embora ainda adote posicionamentos mais restritivos, vem sendo pressionada pela uniformização jurisprudencial.
Esse precedente fortalece não apenas a cidadania fiscal, mas também o compromisso do país com os princípios constitucionais de igual dignidade e do direito à educação para todos. A imprensa, o poder público e a sociedade civil têm papel decisivo ao amplificar esse avanço e garantir que ele se traduza em benefícios concretos para quem mais precisa.

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