O uso crescente da Inteligência Artificial (IA) na produção e disseminação de conteúdos digitais passou também a ocupar papel central no debate sobre a integridade do processo eleitoral brasileiro.
Já de olho nas Eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem conduzindo, desde 2025, uma série de iniciativas para antecipar riscos, conter a desinformação e atualizar normas diante da rápida evolução das tecnologias de geração de textos, imagens, áudios e vídeos sintéticos.
Entre os principais pontos em discussão estão o uso de deepfakes, a automação de discursos políticos e a dificuldade crescente de distinguir conteúdos legítimos de materiais manipulados. O cenário impõe novos desafios não apenas ao sistema eleitoral, mas também a partidos, candidatos, agências e profissionais de comunicação, que passam a ter responsabilidade ampliada sobre ética, transparência e veracidade das mensagens divulgadas.
Michel Haibi, diretor de Licitações e Novos Negócios Públicos da Octopus, agência de publicidade e propaganda e especialista em Comunicação Pública e Institucional, acompanha de perto esse movimento regulatório e reforça a importância do uso criterioso da Inteligência Artificial em campanhas e ações de interesse público. Michel reforça que o avanço da tecnologia precisa caminhar lado a lado com a responsabilidade e compromisso democrático.
- A Inteligência Artificial é uma ferramenta poderosa para ampliar eficiência, personalização e alcance da Comunicação, mas seu uso sem critérios claros pode gerar ruídos graves, afetar a confiança da sociedade e comprometer processos sensíveis como as Eleições. O debate liderado pelo TSE é fundamental para estabelecer limites e boas práticas antes que os problemas se consolidem”, analisa Haibi.
Segundo o profissional, o momento exige que agências e comunicadores atuem de forma preventiva, adotando políticas internas de governança no uso de IA, com foco em transparência, checagem de informações e respeito às normas eleitorais.
Entre os principais pontos em discussão estão o uso de deepfakes, a automação de discursos políticos e a dificuldade crescente de distinguir conteúdos legítimos de materiais manipulados. O cenário impõe novos desafios não apenas ao sistema eleitoral, mas também a partidos, candidatos, agências e profissionais de comunicação, que passam a ter responsabilidade ampliada sobre ética, transparência e veracidade das mensagens divulgadas.
Michel Haibi, diretor de Licitações e Novos Negócios Públicos da Octopus, agência de publicidade e propaganda e especialista em Comunicação Pública e Institucional, acompanha de perto esse movimento regulatório e reforça a importância do uso criterioso da Inteligência Artificial em campanhas e ações de interesse público. Michel reforça que o avanço da tecnologia precisa caminhar lado a lado com a responsabilidade e compromisso democrático.
- A Inteligência Artificial é uma ferramenta poderosa para ampliar eficiência, personalização e alcance da Comunicação, mas seu uso sem critérios claros pode gerar ruídos graves, afetar a confiança da sociedade e comprometer processos sensíveis como as Eleições. O debate liderado pelo TSE é fundamental para estabelecer limites e boas práticas antes que os problemas se consolidem”, analisa Haibi.
Segundo o profissional, o momento exige que agências e comunicadores atuem de forma preventiva, adotando políticas internas de governança no uso de IA, com foco em transparência, checagem de informações e respeito às normas eleitorais.
- Na Comunicação Pública, o cuidado deve ser redobrado. Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de preservar a credibilidade das instituições e do próprio debate democrático. A IA deve apoiar a estratégia, nunca substituir o compromisso com a verdade”, completa.
À medida que o Calendário Eleitoral se aproxima, o tema tende a ganhar ainda mais relevância.
À medida que o Calendário Eleitoral se aproxima, o tema tende a ganhar ainda mais relevância.
- A atenção do Mercado de Comunicação indica que as Eleições de 2026 não serão marcadas apenas por novas tecnologias, mas também por um esforço coletivo para garantir que inovação e a ética caminhem juntas”, finaliza Michel.

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