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Mostrando postagens com o rótulo Isabel Oliveira



Dia da Música com Gastronomia

Música e Gastronomia: quando notas e temperos dançam juntos na mesa. Para celebrar hoje o Dia da Música, o timbaleiro Buja Ferreira compartilha sua trajetória, onde sons e sabores se encontram em perfeita sintonia Talvez não seja coincidência a analogia entre Música e Gastronomia. A cozinha se transforma em um grande palco onde o artista, o chef, conduz, como maestro, a banda cheirosa e sensorial que embala sua criação. As panelas marcam o compasso, e os talheres, instrumentos inquietos, fazem chegar à mesa o alimento, tradução de uma deliciosa composição e harmonia. A analogia cabe como uma luva em muitos músicos cozinheiros, cuja energia também vai para o prato que criam. Buja Ferreira, cujo nome de batismo é Gladson Ferreira Santana e que tem a gastronomia no seu DNA, nasceu e cresceu entre as panelas, pois os pais tinham um restaurante. Ele é cantor, compositor e músico da Timbalada. Criativo, o timbaleiro inventou o peixe com banana-da-terra, além de ter batizado um prato que o in...

Futricas Gastronômicas-Halloween

Halloween consolida-se no calendário de festas do país como uma cultura de confraternização. “Eu lhe assusto, você me dá um doce e eu lhe dou um susto” é um jargão adaptado pelo brasileiro e está relacionado à solicitação dos doces Festa de origem pagã, consolidada pelos povos americanos, os brasileiros e os baianos já se acostumaram com os festejos do Halloween, que acontece todo mês de outubro e já faz parte do calendário de festas de muitas cidades no país, ainda que de forma extraoficial. O evento foi disseminado principalmente com a globalização e graças aos cursos de inglês, espalhados Brasil afora. A data foi reforçada pelo comércio, que imediatamente aproveitou o novo ‘filão’. Na Bahia, o fenômeno reúne uma leva de adeptos na festa do Dia das Bruxas, como é conhecido o Halloween, lota espaços, que colaboram para a consolidação da cultura estadunidense, que parece ter vindo realmente para ficar. Vitrines comerciais, fantasias pretas ou roxas, as famosas abóboras com recortes de ...

Fondue está na mesa dos brasileiros

Do Suíço ao Nordestino, o Fondue está na mesa dos brasileiros. Tendo como base o Queijo, os tipos clássicos Gruyère e Emmental são os mais usados em quase todo o Mundo. O ritual e a magia do Fondue despertam emoções em torno de uma das receitas mais deliciosas do mundo dos Queijos e Chocolates. Uma combinação imperdível em uma Salvador, que “inverna”, agitando milhares de coraçõezinhos ávidos por saborear uma iguaria tão fina. A experiência — das mais prazerosas na gastronomia — envolve o sensorial e o social. Há uma magia na espera do Queijo, que derrete lentamente, a cerca de 55–65 °C, segundo os especialistas, criando uma expectativa para o próximo passo: o movimento delicado dos comensais, que lentamente mergulham o Pão ou outro acompanhamento naquele líquido denso, cheiroso e envolvente. - A Cultura do Fondue é justamente despertar esse lado afetivo. Como o prato não chega 100% pronto à mesa, existe esse tempo para derreter o Queijo, e existe também o de mergulhar nos acompanhamen...

Futricas Gastronômicas-Beiju

Com sabor e tradição, o Beiju de Irará ganha status de patrimônio. Reconhecimento oficial da iguaria destaca a trajetória de Nalvinha do Beiju e o papel das mulheres na cultura alimentar. Nalvinha do Beiju, como é conhecida Marinalva Alves Martins Cerqueira, a mais famosa vendedora de Beiju no município de Irará, localizado a aproximadamente 133 quilometros de Salvador, está muito contente! É que a Câmara Municipal da cidade, famosa pela iguaria, aprovou o Projeto de Lei, que reconhece oficialmente o Beiju como Patrimônio Imaterial do município. A sessão foi marcada por emoção e unanimidade, segundo a sociedade local e Nalvinha logo se manifestou. - Estou muito feliz pelo patrimônio do nosso Beiju Iraraense, o nosso patrimônio histórico do nosso município. E com muita alegria estou por aqui, me exaltando de alegria, porque comecei a fazer Beiju aos nove anos de idade e agora essa conquista. Muito obrigada, muito obrigada, sempre quero agradecer”, comentou, efusiva. A conquista foi come...

Futricas Gastronômicas-Isabel Oliveira

Das frutas às flores, o licor do Convento do Desterro é destaque no São João. Secular pomar da instituição garante, todos os anos, o saboroso produto, que ajuda a manter o local. Foi em um pomar do Século XVII, com muitas frutas, como a pitanga, a banana-nanica, a laranja, dentre outras delícias, além de flores, a exemplo de rosas da espécie Rainha Elizabeth, que as Irmãs Clarissas, do Convento Santa Clara do Desterro, tiveram a ideia de produzir uma das bebidas mais tradicionais do São João: o licor, composta por uma mistura de álcool, uma fonte de sabor e açúcar. O objetivo era comercializar o produto para manter o próprio convento e ajudar aos mais necessitados, mas a produção da água licorosa transformou-se em um evento de tradição no período junino, quando a bebida é muito disputada. Esta é a hora em que as freiras franciscanas, que hoje vivem no convento, finalizam a produção da bebida para garantir a festa junina de muita gente. O licor é uma das tradições do convento e passa de...

Protagonismo Negro no Mundo dos Vinhos

Sommelier resgata o Protagonismo Negro no Mundo dos Vinhos. Afrotinto é um projeto audiovisual de Carol Souzah e Ravena Maia, que valoriza a presença preta no Mundo dos Vinhos. Trazer as pessoas pretas para conhecer o melhor do Vinho! Esta passou a ser uma certa obsessão da sommelier, jornalista e colunista de Vinhos Carol Souzah, depois de observar por um bom tempo o entra e sai de clientes nas noites do então wine bar, o Terroir Bar, localizado no Rio Vermelho, e de sua propriedade. "Onde estavam as pessoas pretas, que não vinham conhecer os Vinhos?" Carol percebeu, que havia uma lacuna voltada para a Cultura do Vvinho entre as pessoas pretas. A sommelier tentou de todas as formas aproximar os negros de uma Cultura, que, para eles, era algo muito distante e quase impossível. - O povo preto não bebe Vinho. As pessoas pretas ainda consomem pouco Vinho. Eu fui dona de um bar de Vinhos em Salvador e, durante todo esse tempo, lutei para trazer pessoas pretas para esse consumo do...

Futricas Gastronômicas-Palma Sertaneja

Entre fugas e panelas, a Palma é legado do Cangaço e Caatinga. Símbolo de sobrevivência do bioma, a planta ganha novo status como alimento cultural e ancestral. O Bioma Caatinga, que serve de cenário para muitas obras, como O Cangaço na Bahia, de Rubens Antônio da Silva Filho, e tantos outros autores, foi recentemente celebrado no Dia Nacional da Caatinga por ser um dos Biomas mais ricos e peculiares do Brasil. Na Bahia, a Caatinga ocupa mais de 50% do território estadual. Mas não foi a peculiar vegetação do sertão catingueiro, que atraiu o mestre Rubens Antônio para um tema, que está entranhado na história da Região Nordestina, incluindo o estado da Bahia. A História do Cangaço, tendo como personagem central Lampião e seu bando, foi tema de anos de estudos do professor, que publicou dois livros nos quais procura ser fiel aos fatos da época em meio ao cenário da Caatinga. Ao passo, que conta as histórias do bando, Rubens desenhava o cenário das terras dos muitos cactos e espinhos, dos ...

Dia do Cacau

Jovem chef de Ilhéus celebra o Dia do Cacau com a conquista de prêmio. Paixão pelo cacau leva Manoel Franklin ao prêmio do Que Seja Doce com a receita da Jarrinha Baiana O jovem chef Manoel Franklin é daquelas figuras, que parecem ter saído diretamente do universo amadianiano. A começar pela morenice, embora este seja apenas um detalhe de uma das versões masculinas dos livros de Jorge Amado. O fato de ter nascido em Ilhéus e crescido entre plantações de Ccau, com a particularidade de ver os frutos brotarem no próprio quintal, reforça ainda mais essa conexão. Aguerrido, resiliente e movido por uma enorme vontade de vencer, ele teve como horizonte a gastronomia desde a infância. Criado pela avó e bisavó, Manoel é o reflexo do DNA da Região Cacaueira. Quer mais amadianiano que isso? Manoel sempre gostou de cozinhar, e o processo de colocar a mão na massa começou muito naturalmente, aos 13 anos, de forma ainda amadora. O Cacau foi o produto-base para as primeiras ideias culinárias, que nas...

Dia do Bolo

Bolos, que narram histórias e transformam Confeitaria em Arte. A confeiteira Vanessa Alcântara se destaca por criações autorais e técnicas sofisticadas, com foco na Confeitaria Francesa. Com uma carreira sólida e paixão pela arte da confeitaria, Vanessa Alcântara, da Fina Flor Confeitaria Clássica ( @finaflor.confeitariaclassica ), atualmente é uma das confeiteiras mais cobiçadas de Salvador. Reconhecida por suas criações exclusivas e autorais que transformam bolos em verdadeiras obras de arte, sua jornada em ‘grandes camadas’, bem pode ser comparada aos bolos, protagonistas de qualquer evento festivo. A Confeiteira, com anos de experiência, desenvolve, além dos saborosos doces de festa, bolos decorados que encantam os sentidos e se destacam em qualquer celebração. Este universo sempre teve ‘morada’ sólida em sua vida, mas despontou a partir de um curso realizado por hobby. “Eu sempre fui apaixonada por Confeitaria. Eu amo esse universo. O primeiro curso que eu fiz foi para me tornar u...

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